

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
“De acordo com novo relatório apresentado nesta segunda-feira (13/10), pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2023, uma em cada seis infecções bacterianas confirmadas em laboratório que evoluíram para infecções comuns em pessoas mostrou-se resistente aos tratamentos com antibióticos. Entre 2018 e 2023, a resistência a antibióticos aumentou em mais de 40% entre os medicamentos monitorados, com um crescimento médio anual entre 5% e 15%”.
Fonte: https://www.paho.org/pt/noticias/13-10-2025-oms-adverte-sobre-resistencia-generalizada-em-todo-mundo-antibioticos-uso-comum, Acesso em: 23/out/2025.
A notícia reforça a preocupação crescente com o uso dos antibióticos, reforçando a importância do conhecimento sobre seus mecanismos de ação. Considerando a farmacologia e os mecanismos de ação desses fármacos, está correta a afirmativa:
Alguns antimicrobianos agem nos ribossomos das bactérias, inibindo a síntese proteica e, em geral, possuem atividade bactericida.
Os fármacos que interferem na síntese da parede celular bacteriana têm ação bacteriostática, pois não causam a destruição e morte da célula bacteriana.
Fluoroquinolonas são fármacos bactericidas que atuam interferindo na síntese do DNA bacteriano, utilizados apenas contra microrganismos Grampositivos.
Alguns antimicrobianos interferem na síntese da parede celular bacteriana, a qual consiste de um polímero denominado peptideoglicano, estrutura não encontrada nas células dos mamíferos.
A penicilina é um inibidor síntese proteica nos ribossomos bacterianos, sendo a eficácia máxima dessa classe de medicamentos alcançada quando os microrganismos estão se proliferando.