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O campo do imunometabolismo demonstra que a ativação de linfócitos e macrófagos está intimamente ligada a alterações em vias bioenergéticas, como glicólise aeróbia e metabolismo do glutamato. Conforme O’Neill & Kishton (2016), o reprogramamento metabólico é central para definir perfis funcionais imunes. Qual proposição reflete esse paradigma?
O metabolismo oxidativo é uniformemente preservado em todas as células imunes, não sofrendo alterações conforme o perfil de ativação.
Linfócitos T reguladores apresentam metabolismo baseado exclusivamente em glicólise, sustentando sua função supressora no microambiente tumoral.
Macrófagos M1 ativados por LPS privilegiam glicólise aeróbia, acumulando intermediários como succinato, que modulam resposta inflamatória.
A ativação de linfócitos CD8 citotóxicos depende apenas da oxidação de ácidos graxos, independentemente de aporte glicolítico.
O acúmulo de intermediários do ciclo de Krebs é irrelevante para a modulação de citocinas pró ou anti-inflamatórias.