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A memória imunológica permite que o sistema imunológico reconheça e combata de forma mais rápida e eficiente um agente infeccioso após uma primeira exposição. As vacinas exploram esse mecanismo para proteger o indivíduo sem causar a doença. No Brasil, a queda das taxas de vacinação tem causado o retorno de doenças antes controladas, como sarampo e poliomielite. Com base nessas informações, é correto afirmar:
A memória imunológica também pode ser chamada de imunidade inata.
Vacinas só são eficazes em gerar memória imunológica se contiverem o agente patogênico vivo.
A imunidade de grupo protege apenas as pessoas vacinadas, conferindo uma proteção nenhuma proteção aos indivíduos não imunizados.
A vacinação promove a indução de uma resposta imune secundária, levando à formação de anticorpos e células de memória, garantindo, desse modo, uma resposta rápida e intensa, caso o corpo seja exposto novamente a esse antígeno.
Uma vez dentro do nosso organismo, os antígenos presentes nas vacinas desencadearão uma resposta imunitária primária, ocorrendo, então, a produção das células de memória.