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Nos laboratórios clínicos modernos, a metodologia predominante para a dosagem de insulina no soro humano envolve um ensaio altamente sensível, em que a insulina presente na amostra do paciente é capturada por um anticorpo fixado em uma fase sólida. Um segundo anticorpo, marcado com uma enzima responsável por gerar uma reação de emissão luminosa, também se liga à insulina presente, formando um complexo ‘sanduíche’. Após etapas de lavagem, adiciona-se um substrato que, ao reagir com a enzima, emite luz, a qual é detectada. A intensidade luminosa é então comparada a uma curva padrão, permitindo a quantificação precisa da concentração de insulina circulante.
O método descrito corresponde à(ao)
radioimunoensaio (RIA).
ensaio colorimétrico convencional.
ensaio imunométrico por quimioluminescência (CLIA).
ELISA direto.
imunoeletroforese.


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