Em uma área de mata atlântica, uma equipe de biólogos estuda as relações ecológicas de um ecossistema. Eles observam que a base da cadeia alimentar é composta por produtores (plantas), que servem de alimento para herbívoros, os quais, por sua vez, são predados por carnívoros. Ao longo de todo esse processo, a energia flui de forma unidirecional, enquanto a matéria é continuamente reciclada por organismos decompositores. A equipe identifica a importância da biodiversidade para a estabilidade do ecossistema e para a manutenção de seu equilíbrio. Eles alertam que a introdução de uma espécie exótica e invasora, que se alimenta de um predador de topo de cadeia, pode causar um desequilíbrio significativo.
Com base no cenário e nos princípios da Ecologia, as consequências da introdução dessa espécie invasora é:
a introdução da nova espécie não afetaria o fluxo de energia ou o ciclo da matéria, pois esses processos são constantes e inerentes ao ecossistema, independentemente da composição das cadeias alimentares e teia alimentar.
a espécie invasora causaria um aumento populacional de seus competidores, resultando no colapso do ecossistema devido à superpopulação, o que não afetaria a biodiversidade, que é determinada apenas pela quantidade de espécies.
a nova espécie, ao se alimentar do predador de topo, causaria a diminuição da biomassa dos herbívoros, pois a energia disponível na base da cadeia seria direcionada para os carnívoros, o que aumentaria a biodiversidade, pois novos nichos seriam criados.
a espécie invasora, ao consumir o predador de topo, poderia levar ao aumento descontrolado da população de herbívoros, o que causaria uma diminuição acentuada da biomassa de produtores, afetando todo o fluxo de energia e o ciclo da matéria no ecossistema e comprometendo a biodiversidade.