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Durante uma visita técnica a um manguezal, um estudante observou que certas árvores apresentavam estruturas radiculares que se projetavam verticalmente para fora do solo lodoso, permanecendo parcialmente expostas ao ar. No relatório, ele relacionou essa característica à necessidade de respiração em ambientes com drenagem limitada. Ao revisar o texto, o professor reconhece a adequação da explicação apresentada e decide manter a classificação proposta pelo estudante, identificando essas estruturas como
raízes-escoras, extensões radiculares associadas à sustentação da planta em solos instáveis e ao reforço do caule.
pneumatóforos, extensões radiculares que crescem para cima, com gravitropismo negativo, favorecendo a aeração do sistema radicular.
raízes adventícias superficiais, extensões que substituem a raiz principal e ampliam a absorção em solos encharcados.
raízes tuberosas, estruturas modificadas relacionadas ao armazenamento de substâncias de reserva em ambientes úmidos.
raízes aéreas parasíticas, estruturas adaptadas para emergir do solo e captar recursos de outras plantas.