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A Teoria do Equilíbrio na Biogeografia de Ilhas, proposta por MacArthur e Wilson (1967) propõe que o número de espécies que habitam uma ilha representa um equilíbrio dinâmico entre taxas opostas de imigração e extinção. Essa teoria foi elaborada para explicar o que eles consideravam ser as três características básicas de biotas insulares: a relação espécie-área, a relação espécie-isolamento e retorno (turnover). Nesse contexto, considera-se que:
Ilhas maiores tendem a ter menor diversidade de espécies devido ao efeito de diluição da área, que dificulta o estabelecimento de populações viáveis.
A taxa de imigração de novas espécies é maior em ilhas isoladas, pois a baixa concorrência favorece a colonização de organismos provenientes do continente.
A taxa de extinção em ilhas pequenas é menor do que em ilhas grandes, pois a limitação de recursos reduz a competição entre as espécies residentes.
Caso a biota seja perturbada, uma ilha próxima ao continente retornaria ao equilíbrio mais rapidamente do que uma ilha distante de mesmo tamanho.
O tamanho das populações de todas as espécies cresce com a redução da área da ilha, reduzindo assim a probabilidade de extinção.