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Em uma prática de botânica, baseada nos conceitos de evolução das embriófitas apresentados por Evert e Eichhorn (2014), os estudantes receberam a tarefa de representar, em um esquema estruturado, a fase dominante do ciclo de vida e a relação de dependência nutricional e anatômica entre gametófito e esporófito nos tradicionais grupos de plantas: briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas. De acordo com o conhecimento botânico estritamente atual, é correto afirmar que:
Nas briófitas e pteridófitas, o gametófito constitui a fase dominante; nas gimnospermas e angiospermas, o esporófito torna-se dominante e o gametófito permanece de vida livre.
Em todos os grupos vegetais, o esporófito é dominante, sendo o gametófito reduzido e permanentemente dependente do esporófito.
Nas briófitas, o esporófito é dominante; nas pteridófitas, ocorre codominância temporal entre gametófito e esporófito; nas gimnospermas e angiospermas, o gametófito volta a ser dominante.
Em todos os grupos vegetais, o gametófito produz gametas por meiose, enquanto o esporófito produz esporos haploides por mitose.
Nas briófitas, o gametófito é dominante e o esporófito é dependente; nas pteridófitas, gimnospermas e angiospermas, o esporófito é dominante, ocorrendo redução progressiva do gametófito ao longo da evolução.