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A transpiração estomática representa a principal via de perda de água pelas plantas vasculares e desempenha papel fundamental na manutenção do fluxo de seiva bruta e nas trocas gasosas. A abertura e o fechamento dos estômatos dependem de fatores ambientais e fisiológicos que alteram o turgor das células-guarda.
Os mecanismos fisiológicos relacionados à evapotranspiração estomática estão descritos corretamente em:
a abertura dos estômatos decorre da entrada de íons potássio () nas células-guarda, reduzindo seu potencial hídrico, promovendo a entrada de água por osmose.
durante períodos de deficiência hídrica, a concentração de ácido abscísico (ABA) diminui nas folhas, favorecendo a abertura estomática e a continuidade da fotossíntese.
a transpiração estomática reduz o potencial hídrico do solo, interrompendo o transporte de água pelo xilema até que ocorra reposição hídrica pelas raízes.
a abertura estomática depende diretamente da intensidade luminosa, sendo independente da disponibilidade de água no solo e da umidade relativa do ar.
o fechamento estomático promove aumento imediato da absorção de , uma vez que reduz a perda de vapor d'água e aumenta a eficiência fotossintética.