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O efeito de borda consiste em mais quantidade de ventos, mais umidade do ar e aumento de algumas espécies generalistas.
A grande extensão e posição central do bioma cerrado no mapa indicam que suas paisagens naturais são monótonas, não variando muito em sua área de ocorrência, sendo por isso um bioma cuja conservação pode ser considerada fácil, mesmo havendo poucas áreas protegidas.
A maioria das árvores das florestas temperadas são anemófilas, com pólen produzido em grande quantidade, facilitando, de certa maneira, estudos palinológicos da diversidade vegetal regional, em contraste com estudos palinológicos na floresta amazônica, onde a maioria das árvores depende diretamente de animais para distribuição do pólen, e este não é carregado pelo vento.
Fabaceae (Leguminosae) sempre está representada entre as principais famílias da maioria dos ecossistemas brasileiros, com centenas de gêneros nativos do país. Recentes estudos filogenéticos apontam o reconhecimento de 4 subfamílias monofiléticas: Cercideae (e.g. Bauhinia), Faboideae (e.g. Canavalia), Cesalpiniodeae (e.g. Cesalpinia) e Mimosoideae (e.g. Mimosa).
São poucos os animais no continente: apenas os mais adaptados conseguem sobreviver na região. No continente, é possível encontrar focas e aves como pingüins.
Campinarana é o nome dado a uma formação campestre de pequena extensão, que ocorre no oeste do Rio Grande do Sul, nos chamados Campos da Campanha Gaúcha.
A fauna dos mares em torno da Antártica é muito pobre devido à influência das condições climáticas do continente.
Os impactos ambientais causados pela construção e manutenção de estradas na caatinga incluem modificações no comportamento dos animais, mortalidade de animais por atropelamento, alterações na vegetação e modificações nos ambientes químicos e físicos.
A região ártica é um dos principais controladores do sistema climático global, pois o balanço de radiação solar na região é fortemente negativo, razão por que ela atua como o principal sorvedouro de calor terrestre.
O Brasil, embora apresente uma vasta extensão territorial, possui uma tipologia climática pouco diversificada, sendo predominante o clima chamado tropical de altitude.
A vegetação do bioma cerrado é constituída por árvores e arbustos de pequeno porte que, em geral, têm casca grossa e troncos retorcidos.
A mata atlântica é um bioma que, devido à devastação acentuada, é pobre em diversidade biológica.
Manguezais ocorrem em toda a costa brasileira, desde o sul do Rio Grande do Sul até o Amapá.
O mapa mostra que os biomas brasileiros podem ser classificados em dois grandes conjuntos de vegetação: um florestal e outro campestre.
O desenvolvimento sustentável do cerrado é incompatível com qualquer tipo de atividade agrícola na região.
No mundo, entre as atividades consideradas ilícitas, o tráfico de animais silvestres, no seu conjunto, corresponde ao terceiro maior movimento de recursos financeiros, sendo precedido apenas pelo tráfico de armas e drogas.
O pequi (Caryocar brasiliense) é uma fruta nativa do cerrado brasileiro, com ocorrência também nas savanas africanas.
Os biomas Amazônia e Pantanal apresentam, como semelhança fundamental, o fato de que em nenhum deles os rios apresentam períodos de cheia e de grandes vazantes.
O território brasileiro apresenta zonas de transição entre os seus biomas. Alguns ambientalistas preocupam-se com a manutenção destas zonas de transição, por serem consideradas evolutivamente muito dinâmicas. Considera-se que ao longo de uma zona de transição ocorre
diminuição de conflitos intra-específicos.
um gradiente de pressões seletivas.
um gradiente de taxas de mutação.
aumento da riqueza de espécies.
aumento do número de ecótonos.