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A infecção por S. Stercoralis vem sendo relacionada com
o DENV3.
o HTLV-1.
a rubéola.
a hepatite A.
a caxumba.
A Classe Cestoda compreende um grupo de parasitos hermafroditas, que apresentam o corpo achatado dorsoventralmente. Dentre eles, os mais encontrados parasitando o homem pertencem à família Taenidae, que causam a teníase e cisticercose. O ciclo das tênias implica dois hospedeiros, um definitivo e um intermediário, e uma fase de vida livre. Medidas de controle da teníase dependem das características epidemiológicas da enfermidade, em uma região, incluindo condições econômicas, sociais e culturais. A principal medida consiste em interromper o ciclo evolutivo do parasita, a fim de evitar a infecção nos animais e na população humana. As estratégias consistem, fundamentalmente, em: melhoramento das condições de saneamento do meio ambiente; tratamento de toda a população; melhoramento da criação de animais (evitar o acesso de animais a fezes humana); incrementar a inspeção veterinária de produtos cárneos; evitar o abate e comércio de produtos clandestinos; educação em saúde enfatizando a adoção de hábitos de higiene.
PFUETZENREITER, M. R; ÁVILA-PIRES, F.D. Epidemiologia da Teníase/Cisticercose. Ciência Rural, Santa Maria, v.30, n.3, p.541-548, 2000.
Sobre o ciclo de vida da Taenia solium, é CORRETO afirmar:
Os humanos parasitados eliminam cisticercos pelas fezes, estes se rompem no meio externo.
A oncosfera presente no hospedeiro definitivo (homem) penetra nas vênulas e atinge as veias e os vasos linfáticos mesentéricos.
O cisticerco é encontrado no intestino do hospedeiro definitivo (suíno) e forma a oncosfera.
Ao atravessar a parede dos vasos sanguíneos, a oncosfera se instala nos tecidos do hospedeiro intermediário (suíno), geralmente músculos de maior movimentação.
No interior dos tecidos do hospedeiro definitivo (homem) a oncosfera se transforma no verme adulto, tênia, que começa a crescer nos músculos e depois vai para o intestino.
São métodos que podem ser utilizados no diagnóstico parasitológico da filariose linfática os abaixo relacionados, EXCETO:
gota espessa de sangue corada com Giemsa.
a técnica de Knott (centrifugação de sangue) .
esfregaço de biópsia cutânea corado com lugol.
filtração (sangue) em membrana de policarbonato.
pesquisa direta de microfilária na urina.
Observe as afirmativas a seguir, em relação ao controle da qualidade de resultados:
I – O devido encerramento da Não Conformidade é feito pela demonstração da eficácia da ação corretiva.
II – O registro do atendimento parcial de um requisito pode ser feito durante auditorias.
III – A comissão do controle de qualidade verifica se houve eliminação da causa da Não Conformidade.
Das afirmativas acima:
apenas I está correta.
apenas II está correta.
apenas I e III estão corretas.
apenas II e III estão corretas.
todas estão corretas.
Ao realizar um exame parasitológico de fezes, o técnico em laboratório se depara com o seguinte ovo:

Este ovo corresponde a qual parasito?
Taenia sp.
E. histolytica.
Ascaris lumbricoides.
Ancylostoma duodenale.
Em relação ao Culex quinquefasciatus, vetor da filariose linfática no Brasil, é INCORRETO afirmar que:
ocorre em todo o território nacional, aumentando sua proliferação em períodos chuvosos.
fêmeas picam seus hospedeiros no intradomicílio da noite até antes do amanhecer.
as fêmeas ovipõem em água estagnada poluída com matéria orgânica em decomposição.
apesar de sugar sangue de animais, tem especial preferência pelo sangue humano.
áreas rurais possuem muitos reservatórios para seu desenvolvimento.
Os parasitos utilizam diversas estratégias para que seu ciclo de vida se complete e permita o encontro de seus hospedeiros definitivos. Deste modo, é correto afirmar que
os trematóides digenéticos possuem um ciclo de vida complexo, o qual envolve fases de vida livre no solo.
o Ascaris lumbricoides possui três fases evolutivas: ovo, larva e adulto. E a forma de transmissão ocorre pela penetração ativa das larvas pela pele do hospedeiro.
os monogenéticos possuem ciclo de vida heteroxênico e utilizam artrópodes como hospedeiros intermediários.
Entamoeba hystolitica, Giardia lamblia, Trichuris trichiura e Enterobius vermicularis são exemplos de espécies de parasitos que possuem ciclo de vida monoxênico, tendo o homem como principal hospedeiro e reservatório.
A leishmaniose é uma doença de alta prevalência na região amazônica, sendo transmitida por artrópodes como flebotomíneos e culicídeos.
A Taenia Saginata é característica do:
Suíno.
Bovino.
Caprino.
Equino.
Animais domésticos (gato, cachorro).
A coleta de sangue para o diagnóstico parasitológico da filariose linfática deve ser feita preferencialmente no horário entre:
23h e 1h.
12h e 16h.
20h e 22h.
5h e 7h.
19h e 22h.
O teste de endotoxina bacteriana é usado para detectar ou quantificar endotoxinas de bactérias gram negativas presentes em produtos biológicos. O extrato aquoso preparado e caracterizado como reagente LAL deriva dos amebócitos circulantes no artrópode da espécie:
Pachygrapsus marmoratus.
Scyllarus arctus.
Pilumnus hirtellus.
Limulus polyphemus.
Leptomysis sp.
A Coluna I lista as espécies de filárias mais importantes no Brasil. Estabeleça a correta correlação das espécies de filárias com as manifestações clínicas da Coluna II.
Coluna I
1. Wuchereria bancrofti
2. Onchocerca volvulus
Coluna II
( ) redução da acuidade visual.
( ) linfedema crônico ou elefantíase.
( ) dermatite seguida de liquenificação.
( ) quilúria, quilocele e hidrocele.
( ) iridociclite e ceratite esclerosante.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
1, 2, 2, 2 e 1.
2, 1, 1, 1 e 2.
1, 1, 2, 2 e 2.
2, 2, 1, 2 e 1.
2, 1, 2, 1 e 2.
O agente etiológico da filariose linfática pode apresentar várias formas evolutivas, como as listadas na Coluna I. Estabeleça a correta correspondência com os aspectos do ciclo biológico e da clínica da filariose linfática na Coluna II.
Coluna I
1. microfi lária
2. vermes adultos
Coluna II
( ) hidrocele
( ) linfangiectasia
( ) infectante para o vetor
( ) linfedema crônico
( ) periodicidade noturna
A sequência correta, de cima para baixo, é:
1, 2, 1, 2 e 1.
2, 1, 2, 1 e 1.
1, 1, 2, 2 e 2.
2, 2, 1, 2 e 1.
1, 2, 1, 1 e 2.
Machos e fêmeas da espécie Aedes aegypti, apesar de viverem no mesmo esconderijo, possuem especificidades alimentares, quando as fêmeas estão em período reprodutivo. Nessas circunstâncias, podemos afirmar que
o macho é consumidor secundário ou de qualquer outra ordem superior.
ambos ocupam o mesmo nicho trófico e o mesmo nicho espacial.
a fêmea é sempre consumidora de primeira ordem.
ambos ocupam nichos tróficos diferentes, porém têm o mesmo nicho espacial.
ambos ocupam o mesmo nicho ecológico, porém com habitats diferentes.
Dentre as metodologias a seguir, a indicada para identificação de larvas de Strongyloides stercoralis nas fezes é:
Lutz.
Kato-katz.
Stoll-Hausheer.
Rugai.
Vercammen-Grandjean.
A extremidade posterior da larva filarioide do S. stercoralis apresenta uma cauda:
pontiaguda.
recurvada.
entalhada.
espiralada.
globulada.
Um paciente foi encaminhado para avaliação com uma hepatoesplenomegalia dramática e grande acúmulo de líquido ascético na cavidade peritoneal. O quadro indica infecção crônica por
Ascaris lumbricoides.
Schistosoma mansoni.
Taenia solium.
Plasmodium vivax.
Trypanosoma cruzi.
Muitos parques e jardins espalhados pelos municípios brasileiros apresentam uma espécie vegetal chamada cipó-chumbo (Cuscuta racemosa), que infesta e parasita, principalmente, árvores de médio e grande porte. Tal infestação, se não for devidamente tratada, provoca a morte da vegetação local. O parasita citado no texto é classificado pelos biólogos como:
hemiparasita.
hemoparasita.
endoparasita.
holoparasita.
enteroparasita.
Em relação ao agente etiológico da estrongiloidíase, NÃO é correto afirmar que:
possui cerca de 2 mm de comprimento.
realiza ciclo biológico tipo heteroxênico.
pode ser considerado um geoelminto.
a forma infectante é a larva filarioide.
habita e ovipõe no intestino delgado.