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As hepatites virais constituem atualmente uma relevante questão de saúde pública no Brasil e no mundo, distribuindo-se de maneira universal, atingindo vários segmentos da população e causando grande impacto de morbidade e mortalidade em sistemas de saúde, como o Sistema Único de Saúde (SUS). Dessa forma, o diagnóstico preciso e precoce da doença é muito importante para o tratamento adequado do paciente e para evitar desperdício de recursos públicos e privados.
Em relação ao diagnóstico das hepatites virais descrito pelo Ministério da Saúde no Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais aprovado pela Portaria SVS/MS n° 25, de 1º de dezembro de 2015, analise as afirmações abaixo.
I - O uso dos testes rápidos constitui uma ferramenta importante no cenário epidemiológico brasileiro, pois a maior parte dos indivíduos é diagnosticada na fase crônica da doença. Conforme o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), entre as situações recomendadas para a utilização do teste rápido estão: a ocorrência de acidentes biológicos ocupacionais; a avaliação de gestantes durante o período pré-natal, de parturientes e de puérperas; e em laboratórios que realizam pequenas rotinas (rotinas com até cinco amostras diárias para diagnóstico da infecção pela hepatite B ou C).
II - O anti-HBc total, isoladamente, indica contato prévio com o vírus HBV. Por isso, o resultado reagente desse marcador pode ser interpretado sem a realização de outros marcadores diretos da presença do vírus.
III - A detecção de anticorpos e antígenos do vírus B por meio de imunoensaios pode indicar diferentes estágios da infecção pelo vírus da hepatite B (HBV). Um paciente imune, após infecção pelo HBV, será não reagente para HBsAg e Anti-HBc IgM e reagente para Anti-HBc total e Anti-HBs.
IV - O antígeno core do vírus da hepatite C (HCV) pode ser detectado com uso de imunoensaio e é um indicador da presença de infecção ativa, podendo ser utilizado para confirmar o resultado da pesquisa de anticorpos.
Quais estão corretas?
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e IV.
Apenas I, III e IV.
I, II, III e IV.
O funcionamento e estrutura de um microscópio é um dos primeiros itens estudados na disciplina de biologia celular. O microscópio de luz é um dos equipamentos fundamentais em um laboratório de ensino de biologia, por compreender um recurso didático excepcional. Com relação ao uso desse tipo de microscópio, e com base em sua estrutura, qual parte é responsável pela movimentação e centralização da lâmina de amostras no campo de visão das lentes?
Micrométrico
Platina
Diafragma
Charriot
Macrométrico
Qual anticoagulante é usado para dosagem de TP (Tempo de Protrombina)?
Fluoreto de Sódio
Heparina
EDTA
Citrato de Sódio
EDTA + Heparina
Em relação aos testes hematológicos e a automação em hematologia, analise e marque a alternativa correta.
I - Os erros mais comuns em uma contagem automática são: aparelhos mal calibrados e problemas na coleta do sangue.
II - A vantagem de se fazer um hemograma é que algumas células podem ser contadas erradamente pelos processos automáticos. Alguns aparelhos não contam células imaturas e podem levar a um erro quanto a um diagnóstico de leucemia.
III - Eritrograma é o estudo da série vermelha (eritócitos ou hemácias). Ao microscópio, as hemácias tem coloração acidófila (afinidade pelos corantes ácidos que dão coloração rósea) e são providos de núcleo.
Somente as afirmações I e III são verdadeiras.
Somente as afirmações II e III são verdadeiras.
Somente as afirmações I e II são verdadeiras.
As afirmações I, II e III são verdadeiras.
O que é descontaminação?
Eliminação de todas as bactérias patogênicas, incluindo Mycobacterium tuberculosis, o que não necessariamente significa a eliminação de vírus ou de esporos de microrganismos.
Processo de destruição de todas as formas de vida microbiana, bactérias em forma vegetativa ou esporulada, fungos e vírus, mediante a aplicação de agentes físicos ou químicos. O processo de esterilização mais utilizado é a autoclavação, mas nada impede que ele possa ser realizado por meio da aplicação de produtos químicos.
Composto ou aplicação de composto sobre pele ou membrana mucosa, para reduzir substancialmente o teor de microrganismo.
Remoção de microrganismos para um nível muito baixo, mas não necessariamente os eliminando, a fim de tornar materiais seguros para manipulação futura.
Gota de líquido finamente dispersa, de tamanho inferior a 1 μm, dispersa em fase gasosa (ar), podendo conter agentes biológicos e químicos.