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Em dezembro de 2016, devido ao aumento do número de casos no Brasil, autoridades sanitárias entraram em alerta para uma possível epidemia de febre chikungunya. Os sintomas da doença são febre, mal-estar, manchas vermelhas e dores fortes nas articulações, que podem se manter por meses. No Distrito Federal, os primeiros casos foram notificados em 2014 e, em 2016, foram registrados 156 casos, o que reflete um aumento de 80% em relação ao ano de 2015.
Internet: www.correiobraziliense.com.br(com adaptações).
A respeito dos casos de chikungunya no DF, é correto afirmar que o(a)
doença é transmitida por meio do contato direto ou indireto com mamíferos silvestres.
mesma vacina utilizada contra a febre amarela pode ser utilizada contra a chikungunya.
propagação da doença ocorre pela água contaminada.
vírus causador da doença é transmitido pelo Aedes aegypti.
vírus causador da doença é transmitido pelo Lutzomyia longipalpis.
Aids é uma doença caracterizada por uma disfunção grave do sistema imunológico do indivíduo infectado pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Sua evolução é marcada por períodos com base nessa informação relacione as colunas a seguir:
1) Período de incubação:
2) Período de latência:
3) Período de transmissibilidade:
( ) É o período compreendido entre a infecção pelo HIV e os sintomas e sinais que caracterizam a doença causada pelo HIV (aids). Sem o uso dos antiretrovirais, as medianas desse período estão entre 3 a 10 anos, dependendo da via de infecção.
( ) O indivíduo infectado pelo HIV pode transmití-lo durante todas as fases da infecção, sendo esse risco proporcional à magnitude da viremia.
( ) É o período compreendido entre a infecção pelo HIV e o aparecimento de sinais e sintomas da fase aguda, podendo variar de cinco a 30 dias. Não há consenso sobre o conceito desse período em aids.
Assinale a alternativa CORRETA:
3-1-2.
2-3-1.
1-2-3.
Nenhuma das alternativas.
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao período de incubação do sarampo:
Geralmente de 10 dias, podendo variar entre 7 e 18 dias, desde a data da exposição até o aparecimento da febre, e cerca de 14 dias até o início do exantema.
Entre 14 e 16 dias, podendo variar de 10 a 21 dias após o contato. Pode ser mais curto em pacientes imunodeprimidos e mais longo após imunização passiva.
Varia de algumas horas a 5 dias. Na maioria dos casos, esse período é de 2 a 3 dias, com o aparecimento de sinais e sintomas da fase aguda, denominada síndrome retroviral aguda.
Nenhuma das alternativas.
Na classificação dos vírus se reconhece como critérios biológicos fundamentais:
O grupo taxonômico dos hospedeiros e respectivas células alvo.
A morfologia do capsídeo e suas proteínas integrantes.
O ácido nucleico utilizado como molécula informacional e seu mecanismo de replicação.
A síntese proteica e o metabolismo energético utilizado pela partícula viral.
A presença ou ausência de envoltório lipoproteico e a abordagem molecular célula-específica.
Entre os aspectos relacionados à história evolutiva dos vírus, o estudo apresentado permite inferir:
As relações vírus-hospedeiro entre os vírus de RNA e vertebrados são muito mais antigas do que o anteriormente previsto.
Os vírus de RNA são particularmente relacionados ao reino animal, restringindo seu poder de infecção a organismos deste grupo.
Os novos vírus detectados em peixes e anfíbios pertencem a uma linhagem evolutiva independente daquela dos outros grupos já estudados.
A grande estabilidade genômica dos vírus de RNA corresponde à natureza específica do seu material hereditário.
A existência de vírus de RNA impõe a ideia da dissociação da molécula de DNA à vida em sua constituição celular.
O processo de multiplicação viral que envolve a liberação de novos vírus a partir da ruptura da membrana da célula do hospedeiro é denominado de ciclo
de dispersão.
de biossíntese.
de remoção do capsídeo.
lítico.
prófago.
A respeito da estrutura dos vírus e das bactérias, assinale a alternativa correta.
Vírus e bactérias apresentam fímbrias para se locomoverem.
Os vírus mais simples ou não envelopados são compostos de materiais genéticos envoltos por capsídeo proteico.
Vírus e bactérias possuem duas formas: helicoidal e poliédrica.
As bactérias utilizam DNA e RNA de fita simples ou dupla para armazenar a informação genética.
Vírus e bactérias formam endósporos.
“Vírus mais agressivo da dengue passou a ser mais frequente, mostram dados do Ministério da Saúde. Desde 2009, o sorotipo 1 costumava ser o mais comum no território. Agora, informações preliminares apontam que o tipo 2 responde por 54,3% das infecções.” Fonte g1.globo.com 26/02/2018
Sobre o vírus da Dengue, podemos afirmar, EXCETO:
Possuem o DNA e o RNA como material genético.
Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4.
Reproduzem-se exclusivamente no interior de células vivas.
Quem já teve dengue causada por um tipo do vírus não registra um novo episódio da doença com o mesmo tipo.
A suscetibilidade ao vírus da dengue é universal. A suscetibilidade, em relação à febre hemorrágica da dengue (FHD) não está totalmente esclarecida, algumas teorias tentam explicar sua ocorrência: Sobre a teoria de Halstead é CORRETO afirmar:
Relaciona o aparecimento de febre hemorrágica da dengue (FHD) à virulência da cepa infectante, de modo que as formas mais graves sejam resultantes de cepas extremamente virulentas.
Relaciona a febre hemorrágica da dengue( FHD) com infecções sequenciais por diferentes sorotipos do vírus da dengue. Nessa teoria, a resposta imunológica, na segunda infecção, é exacerbada, o que resulta numa forma mais grave da doença.
Relaciona a febre hemorrágica da dengue (FHD) a vários fatores de risco às teorias de infecções sequenciais e de virulência da cepa.
Nenhuma das alternativas.
urbano, cujos vetores podem ser dos gêneros Aedes e Haemagogus, geralmente os sintomas se apresentam mais graves do que os observados no ciclo silvestre.
silvestre, a transmissão ocorre por meio da picada de mosquitos infectados pertencentes aos gêneros Haemagogus e Sabethes.
silvestre, ocorre a transmissão direta do vírus presente em macacos doentes às pessoas que entram em contato com eles.
urbano, a forma mais recomendada de impedir a transmissão é eliminar os macacos que se aproximem das cidades.
Analise as afirmativas abaixo em relação às doenças virais humanas.
1. A AIDS é causada pelo vírus HIV que é um retrovírus envelopado. Essa síndrome caracteriza-se por um conjunto de infecções oportunistas que surgem devido à queda da imunidade. Essa queda é ocasionada principalmente pela redução no número do linfócito T auxiliador que é destruído pelo HIV.
2. O vírus da Rubéola é transmitido pelo contato direto com pessoas contaminadas ou contato com gotículas de saliva disseminadas no ar. As características da infecção são o aumento dos linfonodos no pescoço, febre baixa e pequenas manchas vermelhas no corpo.
3. O vírus da Febre Amarela silvestre é transmitido pela picada das fêmeas do mosquito Aedes aegypti. O vírus afeta principalmente o fígado, o que dá aspecto amarelado à pele do doente. Além disso, afeta também o baço, os rins, a medula óssea e os linfonodos.
4. A transmissão do vírus da raiva é pela mordedura de animal infectado. As características da infecção são alterações respiratórias, aumento da frequência cardíaca. Ela afeta o sistema nervoso central, podendo causar sérios danos à saúde.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
É correta apenas a afirmativa 3.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Um vírus de RNA do gênero Morbillivirus é o agente etiológico de uma doença infecciosa aguda, contagiosa e transmissível diretamente de pessoa a pessoa através da tosse ou espirro. Essa doença pode ser muito perigosa principalmente em pacientes muito jovens ou de idade muito avançada por poder trazer lesões cerebrais permanentes.
A doença em questão referida no texto acima é:
Rubéola.
Varicela.
Varíola.
Poliomielite.
Sarampo.
Os vírus marinhos são uma importante entidade biológica com destaque na atualidade. A eles é atribuída a capacidade de controlar o crescimento de bactérias e de microalgas, reduzindo, por exemplo, o risco de florações. Todavia, detectar, quantificar e caracterizar os vírus ainda é uma tarefa árdua devido ao seu diminuto tamanho. Uma das técnicas mais aceitas na atualidade envolve a marcação do DNA/RNA com um fluoróforo, como SYBR Green I ® ou Picogreen ®, para posterior contagem.
Sendo assim, quais as técnicas adequadas à contagem dos vírus marinhos com o uso desses fluoróforos?
Microscopia Confocal e Eletrônica.
Microscopia de Epifluorescência e Citometria de Fluxo.
Microscopia Eletrônica e Citometria de Fluxo.
Microscopia de Epifluorescência e Espectrofotometria.
Espectrofluorimetria e Microscopia de Epifluorescência.