Questões de Concurso sobre Zoonoses e Doenças Emergentes

 
 
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A Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte confirmou que registrou o primeiro caso de febre Oropouche no estado. O caso aconteceu em agosto de 2024 na cidade de Parnamirim, na Grande Natal.


(G1, 11/09/2024. Adaptado)


A febre Oropouche é causada por


A

bactéria e seu vetor é um artrópode, como acontece com a chikungunya.


B

vírus e seu vetor é um artrópode, como acontece com a chikungunya.


C

bactéria e a transmissão é por gotículas de saliva espalhadas no ar por pessoas contaminadas, como acontece com a rubéola.


D

vírus e a transmissão é por gotículas de saliva espalhadas no ar por pessoas contaminadas, como acontece com a rubéola.


E

bactéria e a transmissão é pela ingestão de água contaminada, como acontece com a hepatite A.

As zoonoses surgem da interação entre seres humanos e outros animais, sejam eles domésticos ou selvagens. Há um consenso na comunidade científica de que cerca de 70% das doenças humanas atualmente conhecidas têm origem zoonótica. Assim, é fundamental compreender como as doenças emergentes, infecções recentemente identificadas ou que passaram a se disseminar com maior frequência nas populações humanas, e as zoonoses estão relacionadas às florestas tropicais e à perda de biodiversidade.


Com base no contexto das zoonoses e seu impacto na saúde global e das doenças emergentes, justifica-se afirmar que


A

as regiões tropicais não são somente hotspots da biodiversidade, mas também hotspots globais do surgimento de doenças emergentes.


B

a extirpação de espécies pode levar ao aumento de hospedeiros disponíveis, possibilitando, assim, a troca e a disseminação de parasitas para outras espécies.


C

a introdução de espécies não é um meio de propagação de novos parasitas e potenciais doenças emergentes.


D

o crescimento da densidade populacional humana e a expansão das áreas urbanas são fatores que diminuem a probabilidade de infecção por novos patógenos em humanos.


E

a combinação de ambientes urbanos, a contínua invasão e destruição de florestas, além do alto consumo de carne animal, não possui relação com a propagação de doenças emergentes.

 
 
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