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Segundo PURVES et al., os eventos que levaram à origem da vida podem ter acontecido uma única vez, e não se tem evidência deles por observação direta. Desde que esses eventos ocorreram, o estado da Terra alterou-se. Por essa razão, o estudo da origem da vida tem muito em comum com o estudo da história. Todavia, três princípios científicos podem guiar o estudo da origem da vida: o princípio da continuidade, o princípio dos vestígios e o princípio nada é de graça. Em relação ao princípio nada é de graça, assinalar a alternativa CORRETA:
Atesta que todos os organismos vivos requerem alguma forma de energia para seu crescimento. Mais especificamente, eles devem oxidar algum material e obter energia dessa oxidação.
Atesta que, graças a sua continuidade histórica, os processos prebióticos devem ter deixado alguns vestígios na bioquímica contemporânea.
Atesta que como a vida provavelmente evolui da não vida por um processo contínuo, qualquer estágio que propusermos na evolução da vida deve ser derivado dos estágios preexistentes.
Atesta que não devemos esperar encontrar grandes mudanças repentinas.