Nos casos de jornalismo de advocacia (como são os
casos do praticado por igrejas, partidos políticos,
sindicatos e ONGs) o papel de militante confunde-se
com a do editor o que nos leva a pensar que nestes
casos o que vale é a missão evangelizadora deste tipo
de imprensa, aproximando-a muito mais a um veículo
e instrumento de propaganda do que a de jornalismo
propriamente dito.