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Em uma conversa sobre vacinação, um filho pede à mãe que cite fontes verificadas para suas afirmações. A mãe responde: “O mundo ficou muito chato, agora tudo precisa de fonte”. Este diálogo ilustra uma tensão fundamental inerente à formação da opinião pública na era digital, que surge em um contexto de fluxo informacional intenso e na ausência de critérios consolidados para a verificação factual.
Assinale a alternativa que melhor descreve o sentimento explícito na frase da mãe.
A fadiga do público frente à exigência de rigor intelectual na formação de opiniões.
A escassez de tempo que torna custoso o investimento em processos rigorosos de formação de opinião.
A tendência das pessoas em buscar apenas informações que confirmem suas crenças preexistentes.
A democratização do acesso à informação que tornou obsoletos os mecanismos tradicionais de validação.
A valorização desproporcional do conhecimento técnico-científico em detrimento de saberes populares.
As fontes do jornalista podem ser mais ou menos confiáveis pessoais, institucionais ou documentais. Classificam-se em oficiais, oficiosas e independentes. Qual a alternativa correta:
Fontes oficiais são mantidas pelo Estado; por instituições que preservam algum poder de Estado, como as juntas comerciais e os cartórios de ofício; por empresas e organizações, como sindicatos, associações, fundações etc. Fontes oficiais, como comprovam autores de todas as épocas, nunca falseiam a realidade. Fazem isso para preservar interesses estratégicos e políticas duvidosas, para beneficiar grupos dominantes, por corporativismo, militância, em função de lutas internas pelo poder.
Fontes oficiosas são aquelas que, reconhecidamente ligadas a uma entidade ou indivíduo, não estão, porém, autorizadas a falar em nome dela ou dele, o que significa que o que disserem poderá ser desmentido. Fontes oficiosas, expressam geralmente interesses particulares dentro de uma instituição.
Fontes independentes são aquelas desvinculadas de uma relação de poder ou interesse específico.
O jornalismo americano vulgarizou a expressão fontes independentes, aplicando-a, comumente, quando a fonte (que não quer ser mencionada) são organizações chamadas, no Brasil, de não governamentais (ongs) e, nos Estados Unidos, de sem-fins lucrativos. Essas entidades são inteiramente não governamentais (quem as financia são fundações e institutos que repassam recursos não apenas de grandes grupos econômicos, mas também de governos, os quais, sem dúvida, - ambos - influem no destino das verbas).
As alternativas corretas são “b” e “ce”.
A teoria funcionalista concentra-se nos efeitos dos meios de comunicação de massa e, também, sobre as funções que as mídias assumem no contexto social.
Certo
Errado
A teoria hipodérmica leva em conta novos elementos na relação emissor-mensagem-destinatário. O ponto de partida é de que as mensagens podem persuadir os destinatários, se forem consideradas as características psicológicas individuais da audiência.
Certo
Errado
A teoria funcionalista parte da concepção de um modelo comunicacional centralizado nas formas de consumo de bens e na recepção das mensagens.
Certo
Errado


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Das opções a seguir, qual delas diz respeito ao processo de seleção de notícias, algo tão relevante no tempo presente com tantas Fake News, e cujas origens estão no campo da Psicologia?
Teoria do Agir Sociológico, por Henri Bergson.
Teoria do Gatekeeping, por David Manning White.
Teoria Sociológica da Edição, por Gabriel Tarde.
Teoria Construcionista das Notícias, por Luiz Beltrão.
Teoria do News Selector, por Nelson Traquina.
Associe as fontes às suas respectivas classificações de estilo.
Estilos
1- Serif
2- Sans Serif
3- Script
4- Display
Fontes
( ) Lobster
( ) Helvetica
( ) Comic Sans MS
( ) Times New Roman
A sequência correta é
2,4,3,1.
3,4,1,2.
3,2,4,1.
4,2,1,3.
2,3,4,1.
Considere as quatro tipografias relacionadas a um movimento ocorrido durante o século XVIII e boa parte do século XIX.

BRINGHURST, Robert. Elementos do estilo tipográfico: versão 3.0. Trad. de André Stolarski. São Paulo: Cosac Naify, 2005. p.145.
As características dessas tipografias estão corretamente descritas em
Romântica: traço hiper modulado; eixo racionalista intensificado; serifas adnatas e refinadas; terminais em botão, abertura pequena.
Romântica: traço hiper modulado; eixo racionalista intensificado; serifas abruptas e finas; terminais em botão, abertura pequena.
Neoclássica: traço modulado; eixo racionalista [vertical]: serifas adnatas e refinadas; terminais em gota; abertura moderada.
Neoclássica: traço modulado; eixo racionalista [vertical]:serifas abruptas e finas; terminais em gota; abertura moderada.
Barroca: traço modulado; eixo variável; serifas e terminais modelados; abertura moderada.
A citação de fontes é essencial para a produção de trabalhos acadêmicos e científicos, permitindo a identificação das obras utilizadas, o reconhecimento da autoria e a verificação das informações apresentadas. As normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) fornecem diretrizes detalhadas sobre como citar diferentes tipos de fontes, garantindo a padronização e a confiabilidade do trabalho. Ao citar um livro de acordo com as normas da ABNT, assinale o elemento NÃO obrigatório na referência bibliográfica.
Título da obra em destaque (itálico ou negrito).
Editora da obra.
Número de páginas da obra.
Sobrenome do autor em letras maiúsculas.
Cidade de publicação da obra.
O papel das fontes no texto jornalístico é fundamental para garantir a credibilidade e a veracidade das informações veiculadas. As fontes são responsáveis por fornecer dados, testemunhos e opiniões que embasam as notícias. Que critério deve ser utilizado para a escolha das fontes?
Popularidade nas redes sociais.
Histórico de envolvimento em polêmicas.
Credibilidade, conhecimento do assunto e imparcialidade.
Concordância com a linha editorial do veículo de comunicação.


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Segundo Gaudêncio Torquato, os problemas das fontes estão relacionados a determinados níveis de comunicação. Um dos níveis “abarca as reuniões, quando as comunicações ocorrem de maneira lateral (grupo de gerentes) e as palestras, quando um expositor apresenta um conjunto de informações/análises/argumentos/ opiniões para um grupo de pessoas”.
A descrição corresponde ao Nível
Coletivo.
Intra.
Grupal.
Inter.
Individual.
Embora existam conflitos na relação entre fonte e jornalista, ela deve ser entendida como uma relação de parceria, em que o objetivo é transformar a informação de relevância social em notícia. Por isso, é interessante que o assessor de comunicação compreenda os meandros da mídia, bem como seu processo de produção, a fim de garantir maior possibilidade de êxito neste relacionamento. Sendo assim, é recomendável que o assessor de comunicação
acompanhe a fonte nas entrevistas, para intervir com informações e correções, caso seja necessário.
peça ao jornalista que compartilhe o texto com a fonte antes da publicação, para possíveis correções.
oriente a fonte a usar jargões e termos técnicos na entrevista, para valorizar seu conhecimento.
recomende que a fonte não responda as perguntas que constarem do material de apoio, de modo a não perder tempo.
A escolha das fontes é um elemento no jornalismo que determina em boa parte o grau de confiabilidade do relato jornalístico, mas não apenas isso. É preciso que o repórter tenha como método de trabalho a checagem das informações, a fim de minimizar as chances de que uma informação falsa ou distorcida seja levada a público. Assinale a afirmativa INCORRETA sobre a apuração jornalística e o advento do fact-checking.
O fact-checking é um modo de produção jornalística que substitui as coberturas diárias dos veículos de comunicação.
É preciso assumir total compromisso com a transparência das fontes. Os leitores devem saber de onde vieram os dados, caso queiram checá-los.
A prática ou movimento de fact-checking encontra-se intimamente ligada a um tipo de combate ao que se convencionou chamar de notícias falsas ou fake news.
Um processo de apuração envolve a busca por informações que respondam, pelo menos inicialmente, as perguntas clássicas do jornalismo: o que aconteceu, quem fez o quê, quando, como, com quais consequências e em qual contexto.
A definição de boas fontes é um passo importante para a produção de notícias e reportagens, como é defendido pelo autor Nilson Lage. De acordo com a classificação de fontes,
estas são divididas em dois tipos: oficiais e independentes.
as fontes oficiais são mantidas pelo Estado ou por instituições que preservam algum poder de Estado.
as fontes independentes são aquelas que estão ligadas a uma instituição, mas não estão autorizadas a falar em nome dela.
sindicatos e associações são fontes independentes.
fontes oficiais têm compromisso com a realidade e a verdade dos fatos.
Em processos de apuração, as fontes não oficiais podem fornecer informações importantes, mas são consideradas menos confiáveis que as fontes oficiais, pois sua identidade e suas motivações podem ser desconhecidas, o que pode comprometer a credibilidade da informação fornecida.
Certo
Errado


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Tipo de fonte que se preocupa com a busca de versões ou interpretações dos fatos. Sempre simpáticas e disponíveis, darão a quaisquer fatos a interpretação conveniente à instituição assessorada. Inclusive, assessores de imprensa usam essas fontes como um dos truques para influir na linha editorial dos jornais. A que fonte esse trecho se refere?
Experts.
Oficiais.
Oficiosas.
Independentes.
Testemunhais.
Sobre a relação entre jornalismo e suas fontes, a partir da obra "Making News: A Study in the Construction of Reality", de Gaye Tuchman, é correto afirmar que:
O conceito de "fonte" é irrelevante no contexto jornalístico, que se baseia apenas em relatos objetivos dos fatos.
A diferença entre uma reportagem de qualidade e uma sensacionalista está na diversidade de fontes utilizadas pelo jornalista.
As fontes de informação influenciam a construção da realidade noticiosa, fornecendo dados, opiniões e narrativas que são incorporadas pelas organizações jornalísticas na elaboração das reportagens.
As fontes são meros espectadores dos eventos, não tendo influência significativa na produção jornalística.
As variações nas fontes de informação determinam indubitavelmente o viés ideológico de uma reportagem.
Jornalista e fonte são atores fundamentais no contexto produtivo da notícia, envolvendo os veículos de comunicação e as assessorias de imprensa. Essa relação costuma ser influenciada e afetada por diversos fatores, não sendo incomum jornalistas se queixando de assessores, e fontes não compreendendo seu papel. Nesse sentido, NÃO é um erro comum por parte das fontes:
Querer ser notícia sempre.
Não se deixar impor pela agenda e pelos vieses da imprensa.
Imaginar que a assessoria substitui porta-voz/fonte.
Deixar perguntas sem respostas.
Pedir para ler o texto.
Constituído de documentos que deixaram de ser frequentemente consultados, mas que poderão ainda servir de fonte para os órgãos que os produziu ou recebeu. A permanência dos documentos é transitória.
Trata-se de arquivo de
Primeira Idade.
Segunda Idade.
Terceira Idade.
Quarta Idade.
O relacionamento com as fontes é pautado por uma relação de confiança, um processo mútuo de conquista e se dá de forma espontânea. Deve-se adotar o media training como ferramenta para
possibilitar o consenso a partir de mediações financeiras, em caso de divergência entre fonte e jornalista.
eliminar a intermediação da assessoria de comunicação, a partir da criação de uma relação de confiança entre fonte e jornalista.
efetivar a consolidação de uma relação de parceria entre a fonte e o jornalista, a partir do conhecimento do campo midiático pela fonte.
permitir que o jornalista tenha condições de escolher suas fontes entre amigos e pessoas conhecidas, para evitar conflitos.


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