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22 Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando corretamente os conceitos relativos à natureza das fontes.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência de números
CORRETA.(1) (2) (3) (4)
(2) (4) (1) (3)
(1) (4) (3) (2)
(2) (3) (4) (1)
A situação mais comum para abrigar o conceito de off é denominada por norte-americanos e britânicos de not for attribution, ou seja, as informações, inclusive citações entre aspas, podem ser publicadas, mas a fonte que as transmitiu não deve ser mencionada pelo nome.
Uma notícia será mais completa se conseguir expor os nexos sobre o fato jornalístico. Esses nexos são obtidos, geralmente, por meio de declarações de fontes ou com informações documentais que ofereçam aos leitores as ligações históricas, causais, sociais, estatísticas e culturais a respeito do acontecimento. No meio jornalístico, segundo o Manual da Redação da Folha de S. Paulo, esses nexos são
dados nas contextualizações.
garantidos pela objetividade.
expressos pela subjetividade.
conseguidos com a busca do diferencial.
obtidos pelas relações com as fontes.
Em qualquer área do jornalismo especializado, uma boa relação – produtiva e ética – entre jornalistas e suas fontes requer cuidados especiais para que a informação chegue clara e precisa para o público. No jornalismo ambiental isso não é diferente. Sobre esse contexto, considere as seguintes afirmativas:
Somente as afirmativas 1, 2 e 4 são verdadeiras.
Somente a afirmativa 1 é verdadeira.
Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
Somente a afirmativa 4 é verdadeira.
O sigilo da fonte e o segredo de justiça são equivalentes.
O segundo conceito de off é o de deep background, em que se admite o uso do sentido geral das declarações, mas não se pode nem publicar declarações entre aspas nem identificar a fonte.
Todas as máximas que envolvem fontes e jornalistas numa conversa em boa-fé estão descritas corretamente, EXCETO
a fonte deve ter a medida exata de adequação de suas declarações em favor da evidência.
quando não for possível dizer algo explicitamente, a fonte pode usar a forma implícita.
a fonte deve sempre ser mais informativa do que o solicitado pelo jornalista, para fazer-se mais clara.
não ser prolixo, ordenar o que é dito e evitar expressões vagas correspondem à máxima de maneira.
As fontes podem ser primárias, secundárias etc. A testemunha de um acidente, um outro documento original são fontes primárias. O livro que cita outro livro, o político que revela ao jornalista aquilo que outro político disse são fontes secundárias. O jornalista deve procurar, sempre que possível, privilegiar as fontes primárias, pois normalmente são mais fidedignas. Assim, pode-se afirmar que as qualidades de uma boa fonte são:
o valor da informação, a fonte primária e a fonte secundária.
a especialidade, o estatuto profissional e a habilidade.
o relacionamento social, a primazia da informação e o estatuto social.
a representatividade, a credibilidade e a autoridade.
a confiabilidade, o grau de conhecimento sobre o assunto e o nível sócioeconômico.
É assegurado a todos o acesso à informação e o resguardo do sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional.
Resguardar o sigilo da fonte quando necessário ao exercício profissional (art. 5.º, XIV) contradiz, em princípio, o que a Constituição dispõe acerca da vedação do anonimato a quem manifesta o pensamento (art. 5.º, IV).
Tudo o que um jornal publica é obtido nas chamadas fontes de informação, que podem ser classificadas em alguns grupos, por autores como Mário Erbolato (Técnicas de codificação em jornalismo. São Paulo: Ática, 1991) ou pelos manuais de redação. Com relação às fontes jornalísticas, considere as seguintes afirmativas:
As afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.
Somente a afirmativa 5 é verdadeira.
Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras.
O repórter que quer conferir imparcialidade, equilíbrio e objetividade ao jornalismo deve fornecer a fonte, óbvia ou não, de cada fato importante de uma história.
Na informação off the record, como o jornalista deve-se comportar em relação à fonte?
Preservá-la.
Identificá-la.
Declará-la.
Promovê-la.
Confirmá-la.
O título "Só carinho" demonstra a relação pessoal do colunista com suas fontes de informação.
Na classificação das fontes, diz-se que a escrita com exatidão ou gravada sem deixar margem a dúvida é uma fonte:
tipo zero
tipo um.
tipo dois.
tipo três.
própria.
As fontes jornalísticas utilizadas pelo repórter no texto acima são todas do tipo oficial, ou seja, são representantes de órgãos governamentais.
"Jornalistas e fontes podem funcionar como parceiros ou adversários, defender objetivos comuns ou interesses antagônicos." (DUARTE, J. & FONSECA JÚNIOR, W. C. Relacionamento fonte/jornalista. In: Assessoria de Imprensa e relacionamento com a mídia. São Paulo: Atlas, 2003, p. 326)
Ao tratarem do tema relacionamento com a imprensa, os autores do texto acima referido consideram que a fonte conquista o interesse e a confiança do jornalista quando:
é capaz de expressar a pluralidade de discursos existentes na organização, confrontando a visão oficial com os pontos de vista das correntes de oposição;
impõe sua personalidade e autonomia diante de interesses meramente pontuais e imediatos, não aceitando exigências de exclusividade e rapidez;
amplia o foco inicial de uma entrevista, explorando outros assuntos, tecendo comentários e fazendo avaliações, inclusive sobre a atuação da imprensa;
tem a capacidade de oferecer ao profissional não apenas o produto essencial, ou seja, a informação, mas também as condições necessárias para a realização de seu trabalho.