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O docente e pesquisador Marcos Palacios (2002), divide a trajetória percorrida pelos produtos jornalísticos desenvolvidos para a Web em três momentos: produtos de primeira geração ou fase de transposição; produtos de segunda geração ou fase de metáfora; e produtos de terceira geração ou fase da exploração das características do suporte web.
Está correto o que se afirma em:
Os produtos da terceira geração apresentam tentativas de exploração das potencialidades oferecidas pela web para fins jornalísticos. Neste estágio, os produtos jornalísticos apresentam: recursos em multimídia, como sons e animações, que enriquecem a narrativa jornalística; recursos de interatividade, como chats com a participação de personalidades públicas, enquetes e fóruns de discussões; e opções para a configuração do produto, de acordo com interesses pessoais de cada leitor/usuário.
A terceira geração estabelece um sistema integrado de banco de dados nos sistemas publicadores, assegurando mais agilidade na busca e qualidade à construção das narrativas jornalísticas.
No webjonalismo de primeira geração ocorre o deslocamento das matérias dos jornais impressos para a Web. São simplesmente cópias para a web do conteúdo de jornais existentes no papel. Neste período, todo o conteúdo noticioso textual publicado no jornal impresso é transposto para a web.
Na segunda geração começam a ocorrer experiências na tentativa de explorar as características oferecidas pela rede. Os jornais impressos já não são mais referências para o layout e rentabilidade das notícias na página web.
Na segunda geração o e-mail, que antes fazia a interação entre jornalistas e leitores, passa a ser substituído pelos comentários, enquetes e fóruns de debates