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___Pesquisa realizada pelo Datafolha, em março de 2020...

___Pesquisa realizada pelo Datafolha, em março de 2020, mostra que as emissoras de televisão e os jornais impressos são vistos pelos brasileiros como mais confiáveis para divulgar informações sobre o novo coronavírus. O levantamento questionou se as pessoas confiavam totalmente, parcialmente ou não confiavam em determinado meio.

___De acordo com o resultado, os meios de comunicação que são majoritariamente desempenhados pela imprensa convencional inspiram maior confiança do que os demais. É o caso dos programas jornalísticos de TV, vistos como confiáveis por 61% dos entrevistados. Outros meios que têm maior confiabilidade são os jornais impressos, com 56%, seguidos pelos programas jornalísticos de rádio (50%) e pelos sítios eletrônicos de notícias (38%). Já as redes sociais WhatsApp e Facebook chegam a 12% cada.


Universidade Federal de Juiz de Fora. Professores analisam pesquisa Datafolha

sobre confiança na imprensa convencional. UFJF Notícias, 24 mar. 2020.

Internet: <www2.ufjf.br> (com adaptações).


Com base nas ideias suscitadas pelo texto anterior, assinale a opção correta.


A

A pesquisa mostra que, mesmo após 25 anos da criação do primeiro sítio eletrônico jornalístico brasileiro, a internet ainda não se estabeleceu como meio de comunicação confiável para a opinião pública.


B

A pesquisa revela que o uso de redes sociais e aplicativos de mensagens pouco altera o ecossistema midiático, que continua sendo monopolizado pelas organizações de mídia.


C

Em um contexto de falta de confiança da população em relação às redes sociais, as instituições públicas devem evitar utilizá-las como ferramentas de comunicação.


D

O aumento da difusão de notícias falsas e de campanhas de desinformação reforça a necessidade de maior transparência dos atos das instituições públicas e de atuação delas na comunicação de temas de interesse público.


E

O resultado da pesquisa reforça uma das principais premissas da corrente teórica cultural studies: a capacidade dos meios de comunicação de produzir interpretações hegemônicas do mundo, ignorando as experiências individuais e coletivas dos receptores.