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Referência no campo, o semioticista italiano Andrea Semprimi entende que as marcas, con...

Referência no campo, o semioticista italiano Andrea Semprimi entende que as marcas, contemporaneamente,têm complexos níveis de significado e significação, sendo que três dimensões caracterizam sua atuação como objeto semiótico enunciador de significados relevantes (natureza semiótica), evidenciando ainda a necessidade de manter uma unidade no discurso dos diversos sujeitos que definem a marca em dois aspectos principais na sua relação com o consumidor e no contrato da comunicação (natureza relacional) e, por último, a importância de as marcas pós-modernas serem mutáveis e adaptáveis ao ambiente no qual se situam (natureza evolutiva).


No tocante a riscos, aquele que pode ser atribuído à natureza evolutiva de uma marca pós-moderna é:


A

Pressões externas por meio das redes sociais digitais podem levar a marca a perder sua identidade como agente comunicacional, irrompendo um contrato de comunicação pensado no lançamento da marca.


B

Mutações incessantes podem enjoar o público da marca que corre o risco de buscar um corrente inferior que lembre a marca original, acarretando um fortalecimento inesperado de um player de menor importância.


C

Pressões concorrenciais podem levar a marca a mudar para enfrentar tal stakeholder, acarretando nova estratégia de preço que pode repercutir na matéria- prima do produto que carrega a marca.


D

Pressões externas por adaptações podem exigir processo evolutivo incessante, acarretando um desperdício de verba empresarial e um esvaziamento do projeto de marca, que perde originalidade e/ou possibilidade de distinção em relação aos concorrentes.


E

Grupos de pessoas ou organizações que podem ter algum tipo de interesse pelas ações de uma determinada empresa para se voltar contra a marca por questões de gênero, provocando novo nicho de mercado nem sempre acolhedor.