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Analisando o noticiário sobre mortes, o professor João Batista de Abreu Jr. afirma que de todos os tipos de morte – violenta ou natural – a que mais merece silêncio por parte dos meios de comunicação é, sem dúvida, o suicídio (ABREU, 2020).
Sobre a abordagem do tema na imprensa, o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros
proíbe explicitamente a divulgação da causa mortis em caso de todo e qualquer tipo de suicídio para evitar o “efeito contágio”.
indica que a divulgação dever ser analisada caso a caso pela chefia de redação, que deve informar compulsoriamente apenas quando a ocorrência se der em espaço público.
não cita especificamente o suicídio, mas indica que o jornalista não pode divulgar informações de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos.
permite a divulgação do suicídio desde que sejam informados na matéria os motivos que justificam o ato suicida e o método utilizado no processo.
indica que a divulgação seja feita apenas quando o suicídio for cometido por pessoa pública ou célebre, mediante autorização explícita dos familiares.


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