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Recentemente, o professor Wilson Bueno publicou, em seu LinkedIn, um artigo intitulado “Organizações democráticas não têm medo da Rádio Peão. Mas as chefias autoritárias fogem dela como o diabo da cruz!”.
Em um dos trechos, o autor afirma que “A Rádio Peão não é tão feia como a pintam e, o que é mais significativo, ela faz parte do processo de comunicação de qualquer organização. Ela é democrática porque frequenta organizações de qualquer porte e tem a capacidade de arrebanhar ouvintes atentos em qualquer lugar do País ou do exterior (ou você pensa que só as organizações brasileiras têm a sua companhia?)”.
Sobre a chamada “Rádio Peão”, é correto afirmar que:
precisa ser estimulada, obrigatoriamente, por forças externas, mais comumente pelos sindicatos, de modo a pressionar os canais internos de comunicação oficial;
integra o sistema oficial de comunicação interna das organizações e costuma ser transmitida aos funcionários via intranet;
faz parte do sistema oficial de compliance das organizações, que recebem as demandas dos funcionários via canal confidencial;
é instalada em circuito interno nas organizações e transmite programas de interesse dos funcionários, podendo ou não contar com a participação deles;
é um processo de comunicação que se origina dos funcionários e que, quase sempre, é comandado por eles, com o objetivo de se contrapor à comunicação oficial.


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