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Leia o trecho abaixo sobre a comunicação de crise.
“A empresa que consegue se comunicar bem e amealhar a simpatia da imprensa para sua causa, mesmo em situações negativas, pode mitigar os efeitos deletérios das crises. O gerenciamento de crises, portanto, tem dois lados fundamentais e decisivos do ponto de vista da imagem: um é administrar o fato gerador, o episódio desencadeador da crise, com soluções tempestivas, transparentes e consistentes. Mas há outro, sob certos aspectos, tão ou mais importante: a versão da crise. O que estão falando sobre a nossa crise nos meios de comunicação e na “rádio peão”? Saber integrar as duas mãos – a operacional (esquerda) e a Comunicação (direita) – é o objetivo da boa gestão de crise”. (FORNI, 2019: 141)
O autor, especialista em gestão de crises, defende que
a atuação sobre o episódio desencadeador da crise é de responsabilidade exclusiva da comunicação e deve ter foco nos meios de comunicação;
seja realizada uma pesquisa na emissora de rádio interna da organização para determinar a opinião dos funcionários sobre a crise;
a boa gestão de crise depende, exclusivamente, de soluções ágeis, transparentes e consistentes tomadas no âmbito da comunicação operacional;
é possível reduzir os efeitos nocivos das crises, se a empresa agir em termos operacionais para contê-la e conseguir se comunicar de modo eficiente com seus públicos;
angariar a simpatia da imprensa; investir em inserções publicitárias e transparência na comunicação interna garantem a inexistência de danos na imagem empresarial.