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Leia o texto a seguir.Segundo Santaella (2018, p. 30-31), o que difere agora é o modo c...

Leia o texto a seguir.


Segundo Santaella (2018, p. 30-31), o que difere agora é o modo como as notícias são produzidas, disseminadas e interpretadas. Tradicionalmente, na era hegemônica da comunicação de massas, as notícias eram fabricadas em fontes restritas, relativamente confiáveis na medida em que deveriam seguir práticas baseadas em códigos estritos de deontologia [...] a internet e as redes sociais permitem a publicação e interação de qualquer ponto do espaço”. O que, com tantos produtores de conteúdo e polifonia de vozes, cria um universo que avançou em plataformas e apurações transmidiáticas, mas que suprimiu – infelizmente – a checagem de fatos. [...]

Conhecidas como fake news, as notícias falsas criam redes de desinformação, manipulando e influenciando a opinião pública a crer em algo que não é verdadeiro. Essa dinâmica ocorre devido ao uso de manchetes duvidosas, apelo emocional e títulos sensacionalistas, vídeos manipulados (deepfakes), entre outros métodos.


FERRARI, Pollyana. A era do prompt: inteligência artificial, colonialismo, devires e desinformação. E-book. 2024. p. 84 e 50. [Adaptado].


O texto apresenta características atuais da comunicação que afetam o modo de fazer jornalístico contemporâneo e ajudam a descrever a “Era do prompt”. Nesse contexto, “prompt” pode ser definido como


A

técnica de apuração de fatos junto à inteligência artificial generativa para identificação de deepfakes.


B

comando ou instrução em linguagem natural utilizados nas ferramentas de inteligência artificial generativa.


C

orientação da inteligência artificial generativa para checagem de notícias falsas e desinformação.


D

estratégia de comunicação usada pelas big techs para criar e disseminar conteúdos nas redes sociais.