ainda é o veículo de maior penetração no Brasil, o que se deve, entre outros fatores, à simplicidade de sua linguagem e ao fato de tocar muita música, à possibilidade de ouvi-lo concomitantemente à realização de muitas outras tarefas (inclusive dirigir carro), ao baixo custo e portabilidade dos aparelhos receptores e, comparativamente à televisão, ao menor custo de produção e de equipamentos.