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Durante a diagramaçao de um jornal, o setor publicitário reserva áreas específicas para a inclusão de um anúncio. Quando esse anúncio é cancelado, o jornalista precisa preencher o espaço com matéria. Esse artifício ficou conhecido como:
chamada.
calhau.
cobertura.
consolidação.
edição extra.
Quando se planeja a diagramação de uma nova publicação levam-se em consideração dois momentos do leitor: um é quando ele observa a página gráfica e difere suas subáreas (ilustrações, títulos, gráficos, etc) e outro, quando ele se prende ao detalhe. Dessa forma, deve-se levar em consideração a separação entre legibilidade e visibilidade, onde:
visibilidade é o estudo da percepção dos tipos em distâncias relativas.
legibilidade é o método de impressão gráfico utilizado.
visibilidade é o método de envio do material para o bureau.
legibilidade é o método de mistura de cores e sua impressão.
ambos são métodos relacionados a formatos de impressão.
A pré-diagramação de uma página de jornal impresso tem por objetivo:
A pré-diagramação é usada apenas em revistas semanais ou edições especiais.
Fazer um esboço gráfico das páginas antes que textos estejam prontos indicando o número de caracteres necessários que caberão nos espaços designados. A pré-diagramação também inclui a localização de fotos, anúncios e outros recursos gráficos.
A pré-diagramação não tem mais função nos jornais impressos depois da implantação dos softwares de editoração eletrônica.
Indicar apenas a localização dos anúncios.
Em relação à diagramação, caminho de rato é um termo empregado para trilhas provocadas pela coincidência de espaços entre palavras em linhas subseqüentes comprometendo o visual do texto. Na maioria das vezes decorrem de justificação blocada ou forçada.
Quando o editor estrutura, preliminarmente, as páginas de jornais, revistas ou outro material impresso, a partir de folhas de papel, com ou sem provas coladas, ele está fazendo uma boneca.
As marcas de finalização de matéria são constituídas por pequenos logotipos ou marcas que caracterizam os veículos, geralmente marcados por iniciais dos house organs, por símbolos ou figuras geométricas.
Para tornar a leitura de um texto mais fácil, é comum dividilo utilizando-se entretítulos.
Tratando do que chama de desktop publishing, Lorenzo Baer (in Produção gráfica. São Paulo: Senac, 2004) menciona dois programas próprios para editoração eletrônica de mesa. São eles:
ScriptWriter e Word Editor 2.0;
Picasa2 e Java Script;
RagTime Solo 5 e OpenOffice 2.0;
NVU for HTML e Adobe Photoshop;
PageMaker e QuarkXpress.
Na composição das páginas, as ilustrações, se houver, são consideradas elementos, assim como títulos, legendas e espaços em branco, todos inter-relacionados entre si.
Em relação à estética do projeto gráfico dessa publicação, a composição visual deve ser disposta em um grid, pois, além de organizar melhor os conteúdos e facilitar a percepção dos elementos, esse procedimento contribui para o reconhecimento da seriedade da instituição.
O texto justificado é sempre uma boa solução em se tratando de facilidade e conforto da leitura.
A relação entre os elementos da página é chamada de diagramação.
As linhas de uma coluna devem ter 240 caracteres ou mais.
O processo de disposição dos textos e do restante do material gráfico na página de um jornal é definido como: