Questões de Concurso sobre Gêneros e Formatos Jornalísticos

 
 
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A delimitação dos gêneros jornalísticos segue sendo um desafio teórico e prático para os estudiosos e profissionais da área. As clássicas tipologias (notícia, reportagem, entrevista, crônica, editorial, artigo de opinião etc.) foram inicialmente estabelecidas a partir de padrões de linguagem, formatação e propósito comunicativo. Contudo, as transformações tecnológicas e sociais – como o surgimento do jornalismo digital e a multiplicação de plataformas – trouxeram novas possibilidades de construção discursiva, levando a sobreposições de características genéricas. Em função disso, os estudos contemporâneos questionam até que ponto os gêneros jornalísticos podem ser definidos com rigidez ou se, na prática, eles se tornam cada vez mais híbridos. Considerando as discussões sobre a evolução dos gêneros jornalísticos na atualidade, especialmente diante da convergência midiática e das mudanças nas práticas profissionais, expressa a complexidade de definir esses gêneros no ambiente contemporâneo:


A

A noção de gêneros jornalísticos perdeu completamente o sentido, pois o público consome conteúdos de maneira superficial, e qualquer texto jornalístico pode ser classificado como crônica ou artigo de opinião.


B

A diversidade de plataformas e recursos digitais reforçou a rigidez das fronteiras entre os gêneros, pois cada nova ferramenta exige fórmulas discursivas específicas, mantendo claras as distinções textuais e narrativas.


C

A convergência de mídias instaurou uma homogeneização inevitável dos conteúdos jornalísticos, de modo que não existem mais diferenças significativas entre uma reportagem investigativa e um simples boletim de notícias.


D

Os gêneros jornalísticos estão em permanente reconstrução, pois incorporam elementos de outras narrativas e linguagens; contudo, princípios como apuração rigorosa, clareza e coerência ainda fundamentam a distinção entre formatos como notícia, reportagem, artigo e crônica.

Os veículos de comunicação utilizam diferentes gêneros jornalísticos para informar o público, sendo que cada um deles possui características próprias que definem sua estrutura e abordagem. Em relação às características da notícia e sua distinção em relação a outros gêneros jornalísticos, analise as afirmativas a seguir:


I.A notícia pode conter opiniões e julgamentos do jornalista, pois seu objetivo principal é influenciar a percepção do leitor sobre determinado tema.

II.A estrutura da notícia segue o modelo da pirâmide invertida, apresentando as informações mais importantes logo no início do texto.

III.A reportagem e a notícia possuem a mesma estrutura e função, diferenciando-se apenas pelo tamanho do texto.


Está correto o que se afirma em:


A

I, II e III.


B

II apenas.


C

III apenas.


D

I e II apenas.

Na “Classificação Marques de Melo”, que se fundamenta “em observações empíricas do jornalismo brasileiro no quinquênio 2002-2007” (MELO, 2009), o autor propõe cinco gêneros: 1. Informativo; 2. Opinativo; 3. Diversional; 4. Utilitário e 5. Interpretativo, que abarcam respectivamente os seguintes formatos:


A

Nota; caricatura; história de interesse humano; cotação e perfil.


B

Reportagem; enquete; notícia; carta do leitor e entrevista.


C

Comentário; indicador; coluna; serviço e fotografia.


D

Dossiê; editorial; crônica; análise e resumo.


E

Roteiro; resenha; entrevista; fotorreportagem e obituário.

Teresa de Lauretis, em “A tecnologia do gênero”, escreve, ao concordar com Monique Wittig, sobre a recuperação do sentido da opressividade do poder, enquanto imbricada nos conhecimentos e nos produtos culturais como forma de controlar as representações. Nesse contexto, a questão de construção de narrativas dissidentes


A

é um campo meramente de experimentações estéticas, estreito em termos de dinâmicas sociais, sem ressonância para fora das comunidades interessadas.


B

é relevante apenas para comunidades específicas, sem ressonância para fora.


C

é secundária diante de outras urgências que marcam o campo das lutas políticas e não se trata de uma disputa ética.


D

não é ética nem política, principalmente quando essas narrativas são produzidas por pessoas que viveram e vivem essas opressões e articulam espaços sociais e culturais para fazer circular essas experiências.


E

é ética e política, principalmente quando essas narrativas são produzidas por pessoas que viveram e vivem essas opressões e articulam espaços sociais e culturais para fazer circular essas experiências.

Leia a parte inicial de texto publicado no portal Amazônia Real:

“PL do Estupro” é hediondo

Amazonia Real

Por Kátia Brasil, Publicado em: 14/06/2024 às 20:02


“Nós, mulheres feministas do bem viver, antirracistas e defensoras das pessoas LGBTQIAPN+, sempre fomos às ruas com lenços amarrados nos pulsos. O lilás, representando a luta contra a violência. O verde, pela discriminação do aborto.

A luta pela legalização do aborto para mulheres é histórica no Brasil. O debate chega agora atravessado por um projeto que tenta derrubar uma garantia conquistada no Código Penal, que instituiu, no ano de 1940, o decreto-Lei nº 2.848, que determina a interrupção da gravidez resultante de estupro. O aborto legal.

“Basta o consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal”, diz a lei.

Não estou fazendo discurso de polarização. Mas, precisamos lembrar, a todo instante, que o que está posto no Congresso Nacional brasileiro é uma maioria de políticos machistas, misóginos, ligados às igrejas evangélicas e católicas, que têm ódio contra nossos corpos e usam uma estratégia de chantagem para aprovar Projetos de Leis (PL) a toque de caixa, como moeda de troca para os acertos com o governo federal.

O PL 1.904/2024, ou o “PL do Estupro”, que equipara a realização do aborto legal, em casos de estupro, acima de 22 semanas de gravidez ao crime de homicídio, com pena de 20 anos de prisão, é devastador.

É um crime hediondo contra milhares de meninas e mulheres que são atacadas todos os anos neste país.

Uma decisão “em nome da vida?” Que vida é essa? A maioria das vítimas são meninas de até 14 anos de idade.

Em 2016, a Pesquisa Nacional do Aborto, coordenada pela antropóloga Débora Diniz, apontou que, das mulheres que abortam no Brasil 25% são evangélicas e 56% são católicas.

O texto acima é um(a)


A

coluna noticiosa, que integra o gênero utilitário do jornalismo.


B

artigo assinado, que integra o gênero jornalístico opinativo.


C

editorial, que integra o gênero jornalístico interpretativo.


D

texto não jornalístico, pois está escrito em primeira pessoa e não traz informações concretas de interesse público.


E

crônica jornalística, ao trazer recursos da literatura para um texto do gênero interpretativo do jornalismo.

Os gêneros jornalísticos desempenham um papel central na produção da notícia, uma vez que organizam os textos conforme sua função discursiva e a intencionalidade do autor. Entre os principais desafios da classificação dos gêneros jornalísticos está a distinção entre os textos informativos, opinativos e interpretativos. Se, por um lado, os textos informativos visam fornecer dados objetivos e verificáveis sobre acontecimentos, por outro, os opinativos introduzem subjetividade e análise. Já os interpretativos buscam aprofundar a compreensão dos fatos, situando-os dentro de um contexto mais amplo. Sobre a complexidade dessas categorias e as discussões teóricas acerca da evolução dos gêneros jornalísticos, assinale a afirmativa correta.


A

Os textos informativos são caracterizados pela objetividade absoluta, sendo destituídos de qualquer subjetividade do autor, uma vez que sua principal função é a transmissão de fatos puros, sem interferências interpretativas.


B

A distinção entre jornalismo informativo, opinativo e interpretativo é estável e universal, sendo possível aplicar uma única classificação válida para todos os veículos de imprensa, independentemente do contexto geográfico, histórico e cultural.


C

O gênero interpretativo pode ser visto como uma convergência entre o informativo e o opinativo, pois combina a apuração rigorosa de dados factuais com a análise aprofundada dos acontecimentos, sem necessariamente expressar juízos de valor do autor.


D

A evolução das mídias digitais tem reforçado as barreiras entre os gêneros jornalísticos tradicionais, tornando mais clara a distinção entre textos informativos, opinativos e interpretativos, uma vez que cada formato digital exige um modelo específico de narrativa.

A classificação Marques de Melo, provavelmente uma das mais difundidas no Brasil, propõe a existência de cinco gêneros jornalísticos de acordo com a sua função, a saber: vigilância social; auxílio nas tomadas de decisões cotidianas; papel educativo e esclarecedor; distração e lazer; e fórum de ideias.


Essas funções correspondem respectivamente aos seguintes gêneros:


A

interpretativo; opinativo; informativo; diversional e utilitário;


B

opinativo; interpretativo; utilitário; informativo e diversional;


C

utilitário; opinativo; informativo; diversional e interpretativo;


D

diversional; interpretativo; utilitário; informativo e opinativo;


E

informativo; utilitário; interpretativo; diversional e opinativo.

Leia o trecho da matéria publicada no site da Amazônia Real


“+Admirados Jornalistas Brasileiros premia Kátia Brasil e Lúcio Flávio Pinto


Por Nicoly Ambrosio

Publicado em: 01/10/2025 às 12:26

Manaus (AM) – A jornalista Kátia Brasil, cofundadora e editora executiva da Amazônia Real, foi vencedora do primeiro lugar no Prêmio +Admirada Jornalista Brasileira na categoria Região Norte e o jornalista e colunista da agência, Lúcio Flávio Pinto, recebeu o título de Hors Concours do Jornalismo Brasileiro. O anúncio foi feito na cerimônia de comemoração do aniversário de 30 anos do Jornalistas & Cia, empresa organizadora da premiação, que reuniu mais de 400 pessoas, entre jornalistas, profissionais da comunicação e de empresas, na noite de segunda-feira (29/9), em São Paulo. O jornalista Caco Barcellos, da Rede Globo, foi eleito o +Admirado Jornalista Brasileiro de 2025.

Com 35 anos de profissão, Kátia Brasil iniciou sua carreira como estagiária na rádio Tupi e fundou o jornal Folha de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Em 1990 mudou-se para a Amazônia, onde passou pelas redações dos jornais A Gazeta de Roraima, Amazonas Em Tempo, emissoras de TVs Educativa e Cultura. Em 1997, passou a ser repórter-correspondente de grandes jornais no Norte, entre eles o Globo, Estadão e a Folha de S. Paulo. Em 2013, fundou junto com Elaíze Farias a agência Amazônia Real, a primeira mídia independente e investigativa dirigida por mulheres no Norte do Brasil.

Kátia Brasil, que recebeu a premiação da +Admirada Jornalista do Norte, eleita por votação dos colegas de todo o país, das mãos do correspondente da empresa Jornalistas & Cia no Amazonas, Chris Reis. A editora executiva da Amazônia Real também figurou no prêmio TOP 100 +Admirados Jornalistas da Imprensa Brasileira em 2025 em reconhecimento à sua trajetória no jornalismo investigativo e independente, com foco nas pautas sobre meio ambiente, povos tradicionais e nos direitos humanos na Amazônia.

(...)”


De acordo com a classificação proposta pelo professor Marques de Melo, a matéria acima integra o gênero


A

utilitário, pois ressalta a contribuição da jornalista nas pautas sobre meio ambiente, povos tradicionais e direitos humanos na Amazônia.


B

opiniativo, pois apresenta opinião de jornalistas, profissionais de comunicação e empresas sobre o trabalho dos profissionais premiados.


C

diversional, ao ressaltar os aspectos da festa de premiação que divertiu os mais de 400 convidados e celebrou os 30 anos da empresa Jornalistas & Cia.


D

informativo, ao noticiar os resultados dos “+Admirados Jornalistas Brasileiros” e apresentar aspectos da cerimônia de entrega da premiação.


E

de serviço, ao apresentar a trajetória da jornalista Kátia Brasil, como modelo de ativismo a ser seguido pelos estudantes de Jornalismo da Amazônia.

Leia o texto publicado na editoria de Opinião no Portal A Crítica.com, em outubro de 2025.


“O TFFF e as questões à espera de respostas


O Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês) exige, pelo menos dos pesquisadores e das organizações do movimento social vinculadas a essa temática, um estudo profundo. Como o fundo será utilizado, quem irá manejar as cordas, quais os riscos e as vantagens às florestas tropicais e aos demais seres vivos que nela habitam? São algumas das questões a serem respondidas à luz da ciência.

(...) Alguns estudiosos e líderes de organizações socioambientais veem o TFFF como meio de “monetização dos serviços ecossistêmicos das florestas tropicais”. Tratar-se-ia de uma armadilha que, na base, promove negócios econômico-financeiros sob o comando de governos mundiais a partir da floresta e não contempla as comunidades tradicionais e os povos indígenas que nelas habitam.

Estudar a proposta, apresentar as ameaças que a mesma contém e indicar mudanças na concepção do TFFF tornou-se necessidade de curto prazo. Responsabilidade e transparência na formulação de caminhos para assegurar a vida das florestas tropicais e todo o serviço que elas oferecem à humanidade é o grande desafio.

Até agora, as experiências foram na direção da destruição contínua das florestas como meio de fazer valer o desenvolvimento do mundo. O preço tem sido muito elevado, e o resultado demonstra aprofundamento da desigualdade, concentração da riqueza, aceleração do processo de destruição das florestas e do manancial ecológico por ela ofertado.

O modelo de desenvolvimento vigente não permitirá estabelecer outra forma de relação com as florestas e, sim, aumentar o valor dela no mercado mundial — daí a forte presença do componente bancário na concepção do fundo.

Não é para abandonar a proposta de posicionar as florestas tropicais como bens da humanidade e, por isso, devem ser protegidas, conservadas e preservadas, pois todos — os que a destroem e os que com ela estabelecem outras formas de convivência — delas necessitam.

É para olhar com atenção o TFFF e estabelecer debates com a sociedade.”


Esse texto não está assinado, caracterizando-se como um (a)


A

notícia, que interpreta o contexto e fornece dados para a que os leitores tenham sua opinião sobre os princípios do TFFF.


B

crônica, que abusa dos adjetivos para fomentar os movimentos sociais a derrubarem o TFFF.


C

reportagem de serviço, que aconselha como a sociedade deve reivindicar um debate sobre o TFFF com os governantes.


D

editorial, que reflete a opinião do veículo noticioso sobre o tema do título.


E

artigo de especialista em meio ambiente, que dá igual peso para as diversas opiniões e evita se posicionar sobre o tema.

Os diferentes formatos televisivos adotam estratégias próprias de construção de sentido, combinando intenção estética, narrativa e relação com o real.


Relacione corretamente os formatos televisivos com as suas respectivas características mais marcantes.


1. Documentário

2. Telejornalismo

3. Dramaturgia

4. Reality show


( ) Formato híbrido que combina estética realista, narrativa dramatizada e performance do cotidiano, criando verossimilhança entre realidade, espetáculo e autopromoção televisiva.

( ) Formato factual centrado na objetividade e atualidade, estruturado pela linearidade e pela função informativa imediata.

( ) Formato ficcional baseado em personagens e enredos criados, buscando empatia e envolvimento emocional.

( ) Formato factual com tratamento autoral e interpretativo dos fatos, voltado à reflexão crítica sobre a realidade.


Assinale a opção que indica a relação correta na ordem apresentada.


A

4 – 1 – 3 – 2.


B

1 – 4 – 3 – 2.


C

3 – 2 – 4 – 1.


D

2 – 1 – 3 – 4.


E

4 – 2 – 3 – 1.

A interatividade seletiva no jornalismo digital permite que o usuário escolha caminhos de navegação e formas de leitura, utilizando recursos como hipertextualidade e memória.


C

Certo


E

Errado

Sobre os gêneros jornalísticos e suas respectivas características, assinale a alternativa correta.


A

A notícia é um gênero predominantemente opinativo, que utiliza linguagem subjetiva e estrutura narrativa aberta para explorar eventos cotidianos sob o ponto de vista do autor.


B

O editorial é um gênero híbrido, que transita entre o jornalismo e a literatura, abordando temas cotidianos com subjetividade e estilo pessoal, permitindo a expressão de opiniões e reflexões de maneira mais livre e criativa.


C

A reportagem é um gênero essencialmente opinativo, que busca convencer o leitor sobre determinado ponto de vista, utilizando argumentos pessoais do jornalista e pouca fundamentação factual.


D

A crônica é um gênero informativo que apresenta dados objetivos sobre acontecimentos recentes, com foco em imparcialidade e linguagem técnica, voltada para informar rapidamente o público.


E

A entrevista é um gênero que apresenta as falas de uma ou mais fontes, com o objetivo de informar por meio das declarações obtidas, podendo ser estruturada em formato pergunta-resposta ou texto corrido.

A checagem de fatos (fact-checking) diferencia-se da apuração jornalística tradicional ao focar na verificação da veracidade de fatos já noticiados ou declarações públicas de políticos e autoridades.


C

Certo


E

Errado

O texto apresentado pode ser classificado como pertencente a qual gênero jornalístico?


A

Notícia, pois relata um fato ocorrido de forma objetiva e impessoal.


B

Editorial, pois representa a opinião coletiva do veículo de comunicação.


C

Reportagem, pois aprofunda um tema com base em entrevistas e dados.


D

Artigo de opinião, pois apresenta argumentos pessoais do autor.


E

Crônica, pois mistura fatos com linguagem literária e subjetiva.

Leia o lead a seguir:


Mais de 180 dirigentes ligados a 22 sindicatos dos bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul participam até quinta-feira (3) em Marília da Conferência Interestadual. O objetivo é debater temas e levar sugestão de melhorias para a categoria em evento nacional.


(Jornal da Manhã. Disponível em: https:shre.ink/x5W1)


De acordo com as características de redação do lead, o excerto é de uma matéria do gênero


A

interpretativo.


B

opinativo.


C

informativo.


D

cultural.


E

institucional.

Julgue os itens que se seguem, referentes à elaboração de notícias e reportagens escritas ou em formato audiovisual.


Os textos de revistas são diretos e factuais, ao passo que os dos jornais atraem leitores com abordagens diferenciadas e textos mais informais.


C

Certo


E

Errado

O infográfico é um recurso que vem sendo muito utilizado na imprensa para tornar mais simples a compreensão de temas informacionais complexos. Além disso, pode-se dizer que ele é um gênero:


A

indeterminado


B

do discurso


C

biológico


D

informacional

Leia o texto a seguir publicado no veículo jornalístico online JOTA.


OAB-RJ lança censo para mapear perfil da advocacia fluminense.

'Não podemos apenas imaginar que sabemos o que a advocacia precisa, temos que ouvir a classe', diz presidente da OAB-RJ


Redação JOTA

11/07/2025 12:25 São Paulo


A seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) lançou, durante um evento nesta quinta-feira (10/7), o censo 'Eu existo para a OAB-RJ', uma iniciativa com o objetivo de promover um mapeamento detalhado do perfil da advocacia fluminense. Dentre os pontos abordados pela pesquisa, estão questões de identidade de gênero, raça, orientação sexual e idade, entre outros indicadores sociais. O questionário está disponível no site da OAB-RJ.

A partir dos dados coletados no questionário, a OAB-RJ afirma que irá desenvolver ações mais efetivas, justas e inclusivas para fortalecer a atuação profissional e institucional dos advogados em todo o estado do Rio de Janeiro.

“Não podemos apenas imaginar que sabemos o que a advocacia precisa, temos que ouvir a classe, os pleitos de cada advogado e advogada para que possamos traçar iniciativas que atendam a essas necessidades”, afirma Ana Tereza Basilio, presidente da OAB-RJ.

O projeto foi idealizado por Mônica Alexandre, vice-presidente da Caixa de Assistência da Advocacia (Caarj), como resultado de um trabalho conjunto de diretorias e comissões da seccional. "Nosso objetivo é estabelecer uma radiografia real da advocacia do Rio de Janeiro, a fim de criar políticas institucionais e, especialmente, participarmos dos projetos de governo para implementação de políticas públicas", destacou.


Com base na classificação proposta por Marques de Melo, sobre os gêneros jornalísticos, o texto se enquadra no gênero


A

utilitário.


B

diversional.


C

interpretativo.


D

opinativo.


E

informativo.

Segundo Nilson Lage, o lead clássico é aquele cuja ordenação dos elementos da proposição – Quem? O quê? Fez o que? Quando? Onde? Como? Porque? Para que? - se dá a partir da notação mais importante.


Mas, quando fatos sucessivos são alinhados para conduzir ao clímax, como um conto de poucas linhas, temos o lead


A

flash.


B

citação.


C

narrativo.


D

moderno.


E

chavão.

Retomar no noticiário um fato já acontecido, dando informações que despertam o interesse público, é função


A

da crônica.


B

do ensaio.


C

da legenda.


D

do editorial.


E

da suite.

   
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