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Teresa de Lauretis, em “A tecnologia do gênero”, escreve...

Teresa de Lauretis, em “A tecnologia do gênero”, escreve, ao concordar com Monique Wittig, sobre a recuperação do sentido da opressividade do poder, enquanto imbricada nos conhecimentos e nos produtos culturais como forma de controlar as representações. Nesse contexto, a questão de construção de narrativas dissidentes


A

é um campo meramente de experimentações estéticas, estreito em termos de dinâmicas sociais, sem ressonância para fora das comunidades interessadas.


B

é relevante apenas para comunidades específicas, sem ressonância para fora.


C

é secundária diante de outras urgências que marcam o campo das lutas políticas e não se trata de uma disputa ética.


D

não é ética nem política, principalmente quando essas narrativas são produzidas por pessoas que viveram e vivem essas opressões e articulam espaços sociais e culturais para fazer circular essas experiências.


E

é ética e política, principalmente quando essas narrativas são produzidas por pessoas que viveram e vivem essas opressões e articulam espaços sociais e culturais para fazer circular essas experiências.