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O editorial é um gênero jornalístico que se caracteriza por ser:
composto por uma nota seguida de comentários que representam exclusivamente a ideologia política do proprietário do veículo;
um texto desenvolvido de forma livre e pessoal sobre acontecimentos da atualidade, emitindo juízo de valor que conflite com a linha editorial do veículo;
assinado e apresentar fundamentação científica para cada opinião emitida;
escrito de maneira impessoal e expressar a opinião do veículo sobre assuntos atuais através de um texto não assinado;
exclusivo de veículos impressos, não sendo encontrado em noticiários de rádio, televisão ou Internet.
A divulgação de informações científicas para públicos leigos exige uma série de cuidados com o texto e a apresentação das matérias. Um destes cuidados é
associar princípios científicos a fatos que são familiares ao leitor.
desprezar gráficos e tabelas pois eles podem tirar a atenção do leitor do fato principal.
ater-se exclusivamente ao jargão científico.
evitar a estrutura do lide tradicional pois ela é imprópria, levando-se em conta a seriedade do jornalismo científico.
nunca usar citações entre aspas de um entrevistado pois, na maioria das vezes, elas confundem o leitor.
Em 27 de abril de 2005, a “Veja” publicava, com o título de “O jogador”, a seguinte notícia: “Nagi Nahas − o especulador que explodiu a Bolsa do Rio em 1989 e hoje se dedica a outros negócios − é um apostador nato. No fim de março, perdeu numa noite em Monte-Carlo cerca de 1,5 milhão de Euros no cassino. Isso mesmo, algo como 5 milhões de Reais. Alguns amigos brasileiros foram testemunhas do infortúnio. Audacioso, ele voltou ao pano verde no dia seguinte e recuperou parte dessa dinheirama”. Pelo seu teor, essa matéria deve ser classificada como
feature.
insight.
press-copy.
affaire journal.
fait divers.
Com relação à preferência pelo uso de reportagens em relação às notícias em publicações institucionais impressas, é correto afirmar que:
por ser mais aprofundada, a reportagem anula a necessidade de notícias e editoriais nas publicações institucionais impressas;
a reportagem é mais factual que a notícia, caracterizando-se por um texto curto e sem análises ou contextualizações do fato apresentado;
a reportagem é o gênero mais adequado pois os leitores de publicações institucionais impressas necessitam de textos que, além de explicar uma situação ou fato, possam ser lidos muito depois de publicados sem ficarem superados;
a reportagem é mais facilmente produzida que a notícia, caracterizando-se pela superficialidade e inexistência de entrevistas no processo de apuração;
como a equipe de jornalistas de uma assessoria de comunicação costuma ser pequena, a reportagem é o gênero ideal, pois exige menos tempo e recursos para ser apurada do que a notícia.
Henri Cartier Bresson é considerado o "pai do fotojornalismo moderno" e inspirou gerações de fotojornalistas em todo o mundo. Ele propôs para o fotojornalismo o conceito de:
proximidade: se a fotografia não está boa é porque o fotógrafo não se aproximou da ação;
independência textual: uma foto vale por mil palavras;
fotografia engajada: o fotojornalismo deve funcionar sempre como denúncia, visto que uma foto tem a capacidade de modificar a visão das pessoas;
momento decisivo: o fotojornalista deve, simultaneamente e numa mesma fração de segundo, reconhecer o fato em si e organizar rigorosamente as formas visuais percebidas para expressar o seu significado;
fenômeno fotográfico: o fotojornalista deve sempre vivenciar o cotidiano de quem vai retratar e decidir, junto ao fotografado, qual a melhor maneira de fazer a foto.
Considere o diálogo abaixo.

O exemplo evidencia
os meios de comunicação, principalmente o rádio e a TV, não costumam dar importância para esse tipo de notícia.
apenas um cidadão que relatou um acidente para uma rádio.
jornalismo informativo, que sempre contou com a participação popular.
a participação popular, que muitas vezes dá informações erradas causando problemas para a imprensa.
jornalismo colaborativo, nova tendência do jornalismo.
1 - 2 - 3 - 4 - 5.
5 - 1 - 4 - 3 - 2.
4 - 5 - 3 - 1 - 2.
3 - 5 - 4 - 2 - 1.
5 - 4 - 3 - 2 - 1.
Na esteira da completa falência do projeto soviético, da derrota dos movimentos revolucionários europeus, da ascensão (ao longo de cinqüenta anos) de uma esquerda moderada social-democrata, cujos frutos benéficos na efetivação de um estado de bem-estar social se fizeram sentir até pouco tempo atrás, o marxismo passou por idas, vindas, desaparições fantasmagóricas, crises de identidade, refutações tácitas, enterros cinematográficos (Cult, 09/02). Com referência ao texto jornalístico acima pode-se afirmar:
texto criativo, menor apego à hierarquização de informação, uso de metáforas e metonímias, admite algumas extrapolações, paralelos, coloquialismos, elementos que garantem a fluência e o ritmo do texto.
tom coloquial, adjetivação, similaridades às construções narrativas.
período longo, mas com pontuação adequada, embora utilizando lugar-comum e conceitos abstratos, apresenta explicação clara e objetiva.
o período, muito longo, traz uma produção de informações de acontecimentos sócio-históricos (sem qualquer explicação ou referência sobre eles); frases intercaladas causam uma certa confusão; uso do lugar-comum, como "frutos benéficos", e de conceitos muito abstratos como "refutações tácitas".
uso de termos da literatura (narrativas clássicas), apresenta informações elementares (lead), não apego à objetividade.
O uso e abuso da metalinguagem, exemplos e analogias, além de associações típicas do senso comum são características do texto de Jornalismo
cultural.
científico.
literário.
cívico.
on-line
O texto jornalístico de caráter interpretativo e opinativo, extenso e que transmite uma posição pessoal ou análise do autor sobre determinado tema, é conhecido como position paper.
é típico das grandes reportagens como as produzidas na época do auge do jornalismo literário praticado em boa medida pela Revista Realidade.
é jornalismo com autoria explorado na origem pelo cinema e posteriormente pela TV, especialmente por canais a cabo especializados neste tipo de cobertura de profundidade de eventos correntes.
caracteriza o jornalismo de revista cuja natureza não é a cobertura das ocorrências cotidianas mas o aprofundamento de temáticas jornalísticas específicas e graves.
permite no jornalismo moderno mesclar ocorrências da realidade com ficção - o que resulta em obras usualmente rotuladas como livro-reportagem.
Nenhuma das alternativas anteriores está correta.
1 - 2 - 3 - 4 - 5.
5 - 1 - 4 - 3 - 2.
2 - 4 - 3 - 5 - 1.
2 - 5 - 4 - 3 - 1.
5 - 2 - 4 - 3 - 1.
Um bom editorial deve ser feito baseado:
única e exclusivamente na opinião do jornal.
em notícias, pesquisas e informações próprias.
nos sentimentos de admiração ou indignação popular.
na apuração dos editorialistas, independente das notícias.
apenas no que é publicado pelo próprio jornal.
Quadros demonstrativos e caricaturas classificam-se como um sub-gênero da comunicação jornalística do tipo
utilitário.
opinativo.
ilustrativo.
comercial.
informativo.
Nos editoriais, os profissionais com notório saber sobre determinados assuntos como economia, direito, política, expressam suas opiniões e assinam seus textos, mesmo falando em nome do jornal.