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Os adjetivos “grande” (l.1), “importante” (l.7) e ‘capazes’ (l.14) são adequados, pois expressam a opinião pessoal do repórter, pertinentes ao gênero de texto apresentado.
O comentário jornalístico e o editorial são textos opinativos, mas não se confundem com a nota.
A charge é uma forma de expressão de opinião no jornalismo, pois tematiza os assuntos que fazem parte da agenda da mídia (agenda-setting).
A pauta é exemplo de investigação jornalística, no sentido estrito, pois exige rigorosa apuração e investigação científica.
A charge é um estilo jornalístico que se mantém vivo e que vem-se modernizando ao longo do tempo; é um desenho, geralmente humorístico e de caráter político e de crítica de costumes, que não depende de texto para ser explicado. Em geral, a notícia do dia é sua fonte de inspiração. Mais recentemente, vem assumindo até mesmo a função de editorial, sendo localizada, em vários jornais, nas páginas de opinião ou do editorial do jornal.
O tipo de texto jornalístico que faz uma análise opinativa de fatos, procurando deixar claro para o leitor qual é a visão da empresa jornalística sobre determinados fatos, é chamado de:
A cobertura científica autônoma e objetiva se pauta pelo jornalismo de precisão, que prevê a aplicação de métodos científicos de investigação social e comportamental à prática do jornalismo, como a sondagem ou pesquisa de opinião, o experimento psicossocial e a análise de conteúdo.
O jornalismo científico depende estritamente de alguns parâmetros que tipificam o jornalismo, como a periodicidade, a atualidade, a criatividade e a difusão coletiva, pois as informações científicas não passam de soft news que precisam ser reforçadas por declarações das fontes.
As entrevistas, além do seu valor autônomo como gênero jornalístico, constituem o principal instrumento para se chegar à informação e está presente direta ou indiretamente em todas as matérias e notícias.
A maioria dos jornais de circulação nacional usa o perfil, típico de texto jornalístico que se caracteriza por ser uma reportagem sobre uma pessoa. É um estilo leve e fácil, que acaba por tornar-se supérfluo e vazio, já que é sempre um apanhado de elogios de amigos e críticas de inimigos.
Uma marca do novo jornalismo é a dimensão pessoal, impressionista e rebuscada dada ao relato do fato jornalístico, que permite a inserção de personagens fictícios para tornar mais interessante e personalizar a narrativa.
A reportagem especializada é o espaço privilegiado da informação jornalística, mais do que o é a notícia. A reportagem especializada fala com públicos mais ou menos heterogêneos, dependendo do veículo.
A crônica, definitivamente, não é um estilo jornalístico, tanto que está cada vez mais ausente das páginas dos jornais diários. Ela não se vincula à realidade do cotidiano, não fala sobre atualidades e jamais é oportuna.
Quanto às diferenças entre notícia e informação jornalística, tem-se que a notícia trata de um fato ou acontecimento inédito, intenso, atual, com proximidade e identificação que a tornam relevante; já a informação é mais extensa, completa e mais rica de dados.
notícia não tem por objetivo esgotar um fato, mas a reportagem procura fazê-lo. A reportagem busca desenvolver uma seqüência investigativa que não cabe na notícia.