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Uma das estratégias de aproximação entre emissores e receptores é o recurso à participação dos receptores nos programas veiculados pelos meios de comunicação, que é utilizado, pelo menos, desde o século XVII.
Entre os tipos de televisão comunitária existentes no panorama histórico brasileiro, incluem-se a TV de rua, a TV de baixa potência, a TV local e os canais comunitários no sistema de televisão a cabo.
Até a década de 80 do século passado, era proibida a veiculação de qualquer tipo de publicidade comercial pelo sistema público-estatal de rádio e TV.
O Brasil passou da condição de sociedade escravista de cultura oral para uma sociedade pós-moderna, também oral, de rádio e televisão.
A passagem do século XIX para o século XX marca, no Brasil, a transição da pequena à grande imprensa, quando os jornais de estrutura simples dão lugar às empresas jornalísticas.
Chateaubriand levou mais de cinco anos para convencer um conjunto de empresas nacionais a se tornarem os primeiros anunciantes na televisão brasileira.
No Brasil, os meios de comunicação de massa surgiram com o fim da monarquia e a emergência do regime republicano, tendo como primeira função social preparar a opinião pública para a mudança do sistema político. As revistas ilustradas, os quadrinhos humorísticos e os folhetins anônimos de crítica política são exemplos de veículos de comunicação de massa utilizados nesse período.
No Brasil, na década de 60 do século passado, jornalistas profissionais já exerciam a função de assessores de imprensa e muitos deles atuavam também em redações de jornais privados. A redução no número de jornalistas nas redações, especialmente a partir dos anos 80, com a informatização do trabalho, também contribuiu para que a assessoria de imprensa se tornasse uma opção profissional para jornalistas.
Pelos serviços prestados ao empresário Ivy Lee, em 1906, Rockefeller é considerado pioneiro das atividades de assessoria de imprensa.
Embora a indústria brasileira não produzisse aparelhos de TV, apesar da falta de audiência e mesmo com o incipiente mercado publicitário, Chateaubriand vendeu um ano de espaço publicitário para um conjunto de empresas.
O livro Os Sertões, de Euclides da Cunha, sobre a Guerra dos Canudos, é um clássico da literatura brasileira e tem origem em reportagens publicadas pelo autor no jornal O Estado de S.Paulo.
O Jornal Nacional, que foi ao ar em setembro de 1969, o primeiro programa transmitido ao vivo para todo o Brasil, inaugurando o início das atividades e, consequentemente, o conceito de rede na televisão brasileira.
A invasão da estética publicitária na imprensa brasileira aconteceu a partir da década de 60 do século XX, com a adoção das técnicas de redação e diagramação advindas do jornalismo norte-americano.
A respeito da relação entre massa e público, no campo dos estudos empíricos destaca-se a escola de Chicago, que emergiu nas primeiras décadas do século XX, sob a liderança intelectual de Robert Park e Ernest Watson Burgess. Ambos usaram material de imprensa para estudar problemas urbanos, tais como as consequências da imigração da sociedade norte-americana e a dinâmica entre periferia e áreas centrais.
O conceito de imprensa liberal aplica-se plenamente ao período colonial, quando os jornais impressos, a exemplo do Correio Braziliense, eram comprometidos apenas com seus leitores e os anunciantes, sem interferências políticas.
Em relação à influência européia que marcou ruptura na história do design brasileiro, o autor do texto se refere a:
Movimentos de tradição alemã a partir da Escola da Bauhaus.
Movimentos de tradição inglesa a partir da Artes & Ofícios.
Movimentos de tradição francesa a partir da Arte Nova.
Movimentos de tradição italiana a partir do Futurismo.
Movimentos de tradição espanhola a partir do Cubismo e Surrealismo.
O autor propõe uma reavaliação histórica do design brasileiro segundo uma nova abordagem:
A partir dos marcos históricos de 1889, 1930 e 1934.
Segundo as várias influências dos movimentos modernistas no Brasil.
Considerando a institucionalização das escolas de design no sudeste.
Baseado no mito de origem da consciência do design como ideologia.
Desde o princípio da industrialização brasileira entre os séculos 19 e 20.
O Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), criado após o Estado Novo, foi a primeira agência de notícias do Brasil e destinava-se a difundir o ideário político de Getúlio Vargas.