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As primeiras experiências de jornalismo digital ocorreram nos Estados Unidos da América, nos anos 70 do século XX, a partir de sistemas de videotexto produzidos por empresas como a Time, Times-Mirror e a Knight-Ridder. No Brasil, as primeiras versões eletrônicas dos principais jornais nacionais começaram a aparecer na Web a partir de 1990.
O jornalismo de revista no Brasil surgiu sob a influência do jornalismo literário norte-americano (New Journalism), sendo a revista Realidade a pioneira nesse tipo de jornalismo.
Na história do radiojornalismo brasileiro, o noticiário econômico foi o primeiro a ser consolidado, devido à crise internacional de 1929, que levou à quebra da Bolsa de Nova Iorque. A primazia do noticiário econômico na época se explica pela predominância de ouvintes interessados em temas financeiros, já que no Brasil se popularizavam o crédito e o mercado de ações.
O projeto editorial do jornal Folha de S.Paulo, denominado Projeto Folhas, iniciado na década de 80 do século passado, foi considerado um dos marcos recentes na profissionalização do jornalismo brasileiro. Além de implantar uma nova política editorial e profissionalizar a redação, o projeto se propunha a fazer um jornalismo crítico, pluralista, apartidário e moderno.
Desde o seu nascimento, o jornalismo viveu fases distintas em que predominavam necessidades específicas que pautavam a linha editorial de um jornal. Assinale a correspondência correta:
No século 19, o jornalista era um publicista. Os jornais publicavam fatos de interesse comercial e político, como chegadas e partidas de navios, tempestades, atos de pirataria, de guerra ou de revolução, mas isto era visto como atração secundária, já que o que importava mesmo era o artigo de fundo, geralmente editorial, isto é, escrito pelo editor – homem que fazia o jornal praticamente sozinho.
No século 19, a retórica publicista foi substituída por duas vertentes: educativa e sensacionalista. Os críticos – de literatura, de teatro, de moda, de costumes – ganharam força. O jornal ensinava às pessoas o que ver, o que ler, como se vestir, como se portar. A vertente sensacionalista se justificava porque, para cumprir a função sociabilizadora, educativa, devia-se atingir o público, envolvê-lo para que lesse até o fim e se emocionasse.
No século 19, a notícia já assume sua forma moderna, copiando o relato oral dos fatos singulares, que, desde sempre, baseou-se, não na narrativa em seqüência temporal, mas na valorização do aspecto mais importante de um evento, o lead.
O século 19 é marcado pelo jornalismotestemunho. A informação deixou de ser apenas ou, principalmente, fator de acréscimo cultural ou recreação para tornar-se essencial à vida das pessoas. O âmbito da informação necessária ampliou-se muito além da capacidade individual de acesso do homem comum a outras fontes – textos didáticos, documentos oficiais etc.
Todas as afirmativas estão corretas.
Para que a primeira emissora de TV no Brasil tivesse audiência, o pioneiro Assis Chateaubriand importou mais de 200 mil aparelhos receptores.
A figura profissional do ombudsman no jornalismo brasileiro foi criada pelo jornal Folha de S. Paulo, no final da década de 80 do século passado, com o objetivo de aperfeiçoar a relação entre o leitor e o jornal.
Historicamente, do ponto de vista da análise dos meios de comunicação de massa no Brasil, é correto afirmar que a emergência de revistas ilustradas representou a primeira manifestação de produções editoriais baseadas nos pressupostos efetivos da cultura de massa, nos moldes norte-americanos. Entre essas revistas destaca-se O Cruzeiro, uma das pioneiras do gênero, que começou a ser publicada no final da década de 20 do século passado, pelos Diários Associados de Assis Chateaubriand.
As abordagens sobre manipulação, persuasão e influência surgiram na América Latina, na década de 70 do século XX, como resultado da crítica ao imperialismo, no bojo da teoria da dependência.
O termo propaganda foi empregado pela Igreja Católica, no tempo da contrarreforma, associado a um sentido de propagação da fé religiosa.
O protagonista da chegada da televisão no Brasil foi:
Getúlio Vargas.
Assis Chateaubriand .
Samuel Weiner.
Pessoa de Queiroz.
Roberto Marinho.
No contexto midiático brasileiro, historicamente, a emergência do conceito de jornalismo público se deu no início do período da redemocratização (década de 80 do século XX), no âmbito da imprensa sindical e com o chamado jornalismo comunitário e popular.
Em relação às limitações de autonomia editorial, é correto afirmar que o período do Estado Novo (1937- 1945) e o do regime militar (1964-1985) apresentam semelhanças em relação ao controle dos conteúdos divulgados, ressalvadas as especificidades de cada época em relação ao regime político e ao tipo de censura de cada período.
Quando o autor do texto declara que houve um possível "desvio de rumo" na história do design brasileiro, tal desvio significa:
Que alguns profissionais entendem que a importação do movimento modernista pode ter comprometido a identidade do design brasileiro já em formação desde o século 19.
Que a chegada do ideário moderno concretista, inspirado na escola de Ulm salvou o Brasil de sua indolência artesanal préindustrial.
Que a escolarização do projetista industrial e gráfico teve início em 1960 para garantir a qualificação técnica e estética dos profissionais da área.
Que a influência das vanguardas européias entre 1910 e 1960 impõe grave risco ao estilo estético vernacular da produção industrial brasileira.
Que os golpes de estado são até hoje responsáveis pela total ausência da diversidade de estilos regionais brasileiros na formação da identidade cultural do país.
Entre os pontos marcantes na história do jornalismo brasileiro, no início da segunda metade do século XX, é correto incluir a reforma gráfica e editorial do Jornal do Brasil (JB), realizada no final da década de 50. Tal reforma foi tão relevante na época que contribuiu para que o JB se tornasse um dos jornais mais respeitados no país. Entre os jornalistas envolvidos no referido processo de reforma estava Odylo Costa Filho.
Cerca da metade dos maiores jornais brasileiros em circulação tem perfil popular, isto é, são destinados a leitores das classes C, D e E.
Em 1970 um jovem publicitário comprou uma pequena emissora local na cidade de Atlanta, EUA, e mudou a história do telejornalismo mundial. Seu nome e a rede que surgiu a partir daí, se chamam:
Ted Turner, CNN.
Roberto Marinho, Globo.
Randolph Hearst, BBC.
Peter Arnett, CNN.
Frederic Forsythe, CBS.
A respeito da história da imprensa no Brasil, avalie os itens abaixo e marque a opção correta.
( ) A reforma do Jornal do Brasil foi um dos fatos mais importantes do jornalismo nos anos 1950, mas ela continuou nos anos 1960, com a reestruturação da redação.
( ) Veja, lançada na década de 1960, iniciou e se manteve com grande tiragem, assumindo imediatamente o posto de revista semanal de notícias de interesse geral mais vendida no mercado – o qual mantém até hoje.
( ) O jornalismo econômico ganhou importância nos jornais na década de 1960 com a industrialização e a limitação dos assuntos políticos. Ele somente assumiu papel secundário frente aos temas políticos a partir de meados dos anos 1970, com o iminente retorno à redemocratização.
Assinale a alternativa correta:
I – O primeiro telejornal da TV brasileira foi "Imagens do dia" e nasceu junto com a TV Tupi de São Paulo em 1950.
II – O primeiro telejornal de sucesso, sinônimo de telejornalismo no Brasil, foi o Repórter Esso, que estreou em 1953, também na Tupi, e ficou no ar por quase 20 anos.
III – O Jornal Nacional, da Rede Globo, é o que está no ar a mais tempo, desde 1969.
IV – O TV Mulher, lançado em 1980 na TV Globo, ficou 6 anos no ar e consagrou a jornalista Marília Gabriela.
Estão corretas as alternativas I e II.
Estão corretas as alternativas III e IV.
Estão corretas as alternativas I e III.
Estão corretas as alternativas I, II e IV.
Estão corretas as alternativas I, II, III e IV.