

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
“A evolução do jornalismo científico brasileiro está também em sintonia com a própria evolução da indústria da comunicação em nosso País, que tem experimentado, sobretudo, nas últimas décadas, uma mudança drástica, no sentido de uma profissionalização e de uma segmentação crescentes”.
Fonte: BUENO, 2009.
Sobre o Jornalismo Científico é incorreto afirmar:
As figuras de linguagem, tais como analogias, comparações e metáforas, devem ser evitadas nas produções de textos voltados para o Jornalismo Científico.
No processo de produção de um texto do Jornalismo Científico, podem ser utilizados alguns recursos de linguagem, tendo por objetivo aumentar o grau de legibilidade dos textos sobre ciência.
O Jornalismo Científico é um ramo de divulgação científica pautado em processos, estratégias, técnicas, e mecanismos para veiculação de fatos relacionados ao campo da ciência e da tecnologia.
O Jornalismo Científico atua como um dos elementos de ligação entre a comunidade científica ou tecnológica e a sociedade em geral, fazendo de domínio público, em seu sentido mais amplo, os avanços desses campos.
É necessário que os jornalistas científicos tenham fontes de informação para que consigam pesquisar e escrever sobre assuntos, como os transcientíficos.
No que diz respeito aos desafios enfrentados pelo jornalismo científico para a produção de reportagens impressas e audiovisuais, considere as afirmativas abaixo:
1. Um problema no jornalismo científico é o oficialismo excessivo das fontes de informação, ou seja, a dependência de dados vindos de fontes governamentais de pesquisa.
2. No jornalismo científico, os jornalistas restringem seu público a um grupo muito específico, menor que o público normalmente contemplado pelo campo acadêmico.
3. O investimento em estratégias narrativas mais atraentes como o uso de técnicas literárias pode auxiliar na construção de matérias acessíveis sobre temas científicos.
Assinale a alternativa correta.
Somente a afirmativa 1 é verdadeira.
Somente a afirmativa 2 é verdadeira.
Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras.
Quanto à Linguagem do Jornalismo Científico, julgue as assertivas a seguir:
I. Para melhor comunicar os fatos da ciência, os jornalistas recorrem a múltiplas estratégias permitidas pela linguagem, inclusive uma profusão de metáforas e analogias.
II. Um ponto que está articulado com a questão da linguagem do jornalismo científico localiza-se no afã do divulgador em estabelecer sintonia com um público que o emissor nutre uma imagem demasiadamente imprecisa, quer o considerando com a mesma capacidade que o locutor para a intelecção de assuntos geralmente complexos, quer como alguém destituído de potencialidade para entender o vocabulário básico da ciência ou mesmo da língua do seu país.
III. A redação de um texto jornalístico pressupõe uma interrogação em sua origem e uma resposta em seu conteúdo, escrita em forma opinativa, interpretativa ou informativa, de acordo com o gênero jornalístico proposto inicialmente; ou seja, o jornalista sempre responde a uma ou mais perguntas, quando opina, interpreta ou informa sobre os fatos.
Está (estão) correta(s):
I apenas.
II apenas.
I e II apenas.
I, II e III.
III apenas.
Sobre o Jornalismo Científico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Press-release são frequentes as recomendações sobre as cautelas que devem ser tomadas quando da utilização de press releases como fonte privilegiada na composição das notícias.
( ) O ideal é que os jornalistas leiam a versão integral dos estudos e relatórios em que se baseiam para compor suas matérias e ainda que busquem outras opiniões abalizadas sobre o assunto.
( ) É comum um pesquisador participar de uma reunião científica para expor hipóteses, discutir a viabilidade de um novo procedimento científico ou avaliar o desempenho de uma determinada tecnologia para, com isto, ouvir a opinião de seus colegas de saber. Nestes casos, o jornalista deve avaliar o que foi debatido e levar em consideração as críticas que foram feitas pelos especialistas ao teor do que foi apresentado no decorrer do evento.
( ) São frequentes as situações nas quais as universidades e os laboratórios industriais recorrem à mídia através de comunicados produzidos por seus departamentos de Relações Públicas. Tais comunicados, ao divulgar novas descobertas ou novas tecnologias, tendem a gerar expectativas junto ao público, pois, de regra, enfatizam que o novo conhecimento ou o novo produto apresenta melhor qualidade ou maior eficiência que seus similares. Nestas ocasiões, os jornalistas não precisam ponderar se as informações recebidas atendem exclusivamente ao interesse público ou se visam interesses comerciais ou promocionais.
A sequência, de cima para baixo, está correta em:
V, V, V, F.
F, F, V, V.
V, F, F, F.
V, F, V, F.
F, F, F, V.
É a capacidade dos editores, redatores e jornalistas em perceberem a importância científica e/ou social de uma nova descoberta no campo científico; assim, caso os profissionais da mídia não consigam realizar uma avaliação abalizada e ágil sobre um determinado tema, certamente não o incluirão na pauta. Isto se deu, por exemplo, com as experiências pioneiras que utilizaram os vírus como agentes modificadores do DNA, o que muito expandiu a área de atuação da engenharia genética.
Uma das funções do jornalismo científico é veicular fatos e informações de cunho científico e tecnológico, permitindo ao cidadão comum estar situado com o que ocorre no universo da ciência, da tecnologia e da inovação.
Certo
Errado
Uma das definições de jornalismo científico é a circulação de informações científicas, tecnológicas ou conectadas às práticas inovadoras, a partir de um discurso especializado e dirigido a um receptor formado por especialistas, isto é, um público seleto.
Certo
Errado
O jornalismo científico e a divulgação científica podem ter pontos de convergência, mas não podem ser considerados sinônimos, pois, além do território midiático, a divulgação científica se expande para outros campos ou atividades, não se restringindo aos meios de comunicação de massa.
Certo
Errado
A comunicação científica e a divulgação científica são sistemas de circulação de informações especializadas, as quais podem sofrer com os interesses extracientíficos, por exemplo, políticos e comerciais. A fim de evitar uma comunicação científica fraudulenta, recomenda-se utilizar como fonte as revistas científicas, que possuem resultados de pesquisa sempre confiáveis.
Certo
Errado
Afirma-se, no estudo do jornalismo científico, que guardadas as devidas proporções, os procedimentos aplicados à pesquisa científica se aplicam ao jornalismo. Assim,
definir tema, selecionar e testar hipóteses, coletar materiais e escrever o trabalho equivaleriam, respectivamente, a pauta, assunto e averiguação de informações, leitura de documentos e matéria jornalística.
definir tema, elaborar justificativa, traçar objetivos, selecionar argumentos e escrever trabalho corresponderiam, respectivamente, ao assunto, pauta, entrevistas com as fontes, checagem de informações, hierarquia das informações e matéria jornalística
definir tema, coletar dados, priorizar dados e escrever o trabalho equivaleriam, respectivamente, ao assunto, pauta, entrevistas e publicação.
definir tema, elaborar hipóteses, coletar dados, testar hipóteses, priorizar dados e escrever o trabalho corresponderiam, respectivamente, ao assunto, pauta, entrevistas com as fontes, checagem de informações, hierarquia das informações e matéria jornalística.
o assunto da matéria jornalística corresponderia a definir o tema; a pauta corresponderia às hipóteses; entrevistar as fontes seria o mesmo que coletar os dados; checar as informações equivaleria a elaborar hipóteses e, por fim, redigir a matéria seria escrever o trabalho.
No Jornalismo Científico, é comum o uso de comparações para aproximar os leitores de conceitos distantes de sua experiência cotidiana. Esse recurso expressivo é chamado de
paradoxo.
antítese.
ironia.
metáfora.
eufemismo.
Divulgação científica se destina ao chamado público leigo, com a intenção de democratizar as informações (pesquisas, inovações, conceitos de ciência e tecnologia), mas não pode ser considerada como jornalismo.
Entre as novas frentes de especialização do jornalismo, destaca-se a que se aproxima do setor de Ciência & Tecnologia. É o chamado Jornalismo Científico, cujo objetivo principal é:
criar assessorias de imprensa para universidades e centros de pesquisa.
realizar estudos sobre o jornalismo a partir de critérios científicos.
treinar cientistas e acadêmicos para a produção de textos jornalísticos.
traduzir, para o leitor/espectador/ouvinte leigo, as descobertas científicas.
produzir novas tecnologias de mídia para as empresas de Comunicação.
O jornalismo científico depende estritamente de alguns parâmetros que tipificam o jornalismo, como a periodicidade, a atualidade, a criatividade e a difusão coletiva, pois as informações científicas não passam de soft news que precisam ser reforçadas por declarações das fontes.
Os cientistas e pesquisadores estão ausentes dos debates na mídia impressa e, muitas vezes, os subtemas técnicocientíficos são apropriados por executivos, empresários e mesmo elementos da classe política, porque estes últimos, segundo os critérios de noticiabilidade, têm mais representatividade junto à sociedade.
O setor de Ciência e Tecnologia (C&T) tem gerado crescente interesse por parte da mídia. Por isso, algumas abordagens dos campos científico e tecnológico têm se destacado na cobertura jornalística, como as que dão conta da evolução da Informática. Indique, entre as alternativas abaixo, dois outros campos da C&T que têm sido priorizados pela mídia nos últimos anos.
Ainda existem grandes entraves na veiculação de informações científicas pela mídia. Pesquisadores em Comunicação apontam várias tensões entre o campo científico e o campo jornalístico. Entre elas, os pesquisadores destacam, sobretudo, a oposição entre:
criatividade da pesquisa científica e banalidade da produção jornalística.
interesses comerciais da ciência e interesses públicos do jornalismo.
abrangência do público científico e segmentação do leitor de jornal.
formação do cientista e formação do jornalista.
precisão do texto científico e simplificação do texto jornalístico.
Na imprensa, o campo especializado que se dedica à decodificação da ciência e da tecnologia, tornando-as acessíveis ao público em geral, é o jornalismo denominado:
político
cultural
científico
acadêmico