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Diante das facilidades tecnológicas, o repórter dispõe de recursos avançados para dar velocidade à sua produção e, com isso, ajudar o seu veículo a chegar com as notícias ao leitor, telespectador ou ouvinte com maior rapidez. Aponte, entre as quatro opções abaixo, qual o papel que o repórter deve ter como prioridade para corresponder às exigências de qualidade:
Utilizar todas as facilidades da tecnologia, sem perder de vista o compromisso com a complementação da informação e a certeza da sua veracidade.
Produzir reportagem sem precisar falar presencialmente com a fonte, considerando que a tecnologia assegura a autenticidade da fonte, evitando qualquer problema, independente de a informação exigir provas documentais.
Aproveitar, ao máximo, a tecnologia para ganhar velocidade na sua produção, de forma a permitir que o seu veículo seja o primeiro a dar a notícia, independente da certeza de sua veracidade.
A tecnologia permite hoje substituir fontes exclusivas de informação, com os recursos da Internet e de bancos de dados, motivo pelo qual o repórter pode produzir rapidamente seu texto sem precisar usar outros meios de comunicação, como o telefone e a entrevista presencial.
Escolha uma das opções abaixo definindo a abrangência da comunicação social e seus segmentos.
A comunicação social, na sua essência, compreende o jornalismo.
A comunicação social abrange jornalismo, relações públicas, publicidade e marketing, devendo cada uma dessas funções ser exercida por profissional específico da área.
O jornalismo de jornal, televisão e rádio e mais a publicidade formam a área denominada de comunicação social.
A regulação dos serviços de telecomunicações deve, em nome do interesse público, potencializar todas as oportunidades de aumento na eficiência de exploração e de redução de custos para o usuário, verificando-se, no caso brasileiro, grandes possibilidades de ganhos não só com o avanço tecnológico-industrial mas também com fatores como educação, qualificação de recursos humanos e revisão da legislação tributária, entre outros.
No tocante às condições de prestação de serviços, é fundamental que o Estado busque assegurar, a todos os usuários, um padrão de qualidade único, não-discriminatório e de elevado nível em relação ao cenário internacional.
Nos EUA, a tendência tem sido diminuir a regulamentação excessiva sobre os veículos de comunicação. A Federal Communications Commission (FCC) eliminou não só as restrições nacionais e regionais para concentração de propriedade no setor de rádio e TV, mas também as relativas à participação de capital estrangeiro no mercado de comunicações dos EUA.
O governo britânico conseguiu limitar as operações da Sky, empresa de Rupert Murdoch, no Reino Unido, que foi obrigada a abrir mão de parte das emissoras de TV por assinatura que possuía naquele país.
Na Itália, a chamada propriedade cruzada dos meios de comunicação não é objeto de legislação ou norma. Isso possibilita que o primeiro-ministro Silvio Berlusconi, tendo sob sua administração a Rede de Televisão Italiana (RAI), seja também um empresário do ramo de comunicação.
Os debates e enfrentamentos acerca de radiodifusão apenas reproduzem a eterna polarização em torno do tema: de um lado, os que são favoráveis ao que consideram a modernização do setor, entendida como capitalização dos veículos, capacidade competitiva e aprimoramento tecnológico, e, de outro lado, os que são contra a abertura do capital, porque a consideram perda da autonomia cultural e oportunidade para manipulação da opinião pública e para omissão de informação em prol de interesses internacionais.
Na Grã-Bretanha, o sistema de televisão fundamenta-se no conceito do chamado public service broadcasting (rádio e televisão como serviços públicos), articulando-se em torno do ideal normativo do espaço público.
Os limites à concentração de propriedades são comuns em toda a Europa e, atualmente, mais de 50% das regras de radiodifusão são determinadas pelas diretrizes da Comunidade Européia.
Na medida em que se aperfeiçoa a competição na prestação dos serviços de telecomunicações, menos relevante torna-se a atuação do Estado para assegurar o acesso do conjunto da população aos mencionados serviços.
O Brasil foi o primeiro país da América Latina a criar uma instância específica para tratar das questões afeitas à gestão das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação, o Conselho de Gestão de Novas Tecnologias, um grupo ad hoc, formado em 1998, para atuar junto ao Ministério da Ciência e da Tecnologia.