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Embora os títulos sejam muito importantes em qualquer projeto gráfico, são as ilustrações e as fotos que chamam a atenção dos leitores. Elas são primordiais no arranjo gráfico, atraindo toda a força da mensagem e sintetizando a idéia básica do texto.
Os caracteres usados na impressão de jornais e revistas são elementos independentes e diferentes dos caracteres usados nos demais trabalhos gráficos de textos. Nos dois casos, os caracteres usados não guardam qualquer identidade quanto a inclinação, espessura ou força de suas hastes como nos demais, que compõem as chamadas famílias de tipos.
O termo inserção é usado em pelo menos dois casos: no sentido de ordenar a publicação de um anúncio ou no sentido de colocar uma matéria em página de jornal ou revista.
Os trabalhos gráficos de campanhas e demais ações de comunicação usam como padrão para a definição de cores o guia Pantone, que é um catálogo com mais de 1.000 cores impressas em papel couché e offset, que ajuda a definir, com precisão, a tonalidade desejada.
Uma característica de documentos para visualização em browsers é que devem ser de carregamento rápido sem alteração de diagramação. Para tanto, seus arquivos devem ser pequenos, com dimensões de página de 640 × 680 pixels.
Os documentos devem estar em caixa alta e baixa, para melhorar sua velocidade de leitura.
Ao contrastar elementos em uma obra impressa, o planejador gráfico deve ser contido. Por exemplo, um fio fino, de meio ponto, contrasta-se perfeitamente com outro mais grosso, de um ponto; ou ainda cores como marrom ou violeta podem ser utilizadas com o preto, pois contrastam perfeitamente.
A indústria gráfica brasileira usa atualmente quatro processos de impressão: planografia, relevografia, encavografia e permeografia. Entre estes, é a relevografia o processo que usa como matriz o meio gráfico popularmente chamado de clichê.
Revistas, livros e catálogos são impressos de duas em duas páginas, método que serve para dar dinamismo e rapidez ao processo de impressão. O número de páginas a serem impressas é ilimitado, bastando definir a quantidade antes de se iniciar o processo.
Dá-se o nome de apêndice à parte suplementar a uma matéria, a um texto ou ao conteúdo de um livro, que se agrega ao seu final para esclarecê-los.
O projeto gráfico de uma publicação envolve muitas sutilezas, entre elas a interferência na proposta editorial pelo designer gráfico, de modo a demonstrar sua habilidade a partir de uma série de experiências vividas e assim valorizar o projeto, mesmo que isso vá contra os critérios estabelecidos com o editor.
A figura abaixo apresenta a assinatura visual de uma empresa. Essa forma de aplicação utiliza a combinação do logotipo com o símbolo.

A indústria gráfica usa um guia básico e universal de cores para a padronização dos trabalhos, chamado guia Pantone. Trata-se de uma pequena tabela, com as 4 cores básicas da impressão, que indica os graus e as quantidades de tinta necessários para se obter a tonalidade necessária.
O conforto do usuário de interfaces, no caso de grande volume de texto, depende da escolha de uma família tipográfica desenhada em função da visualização em monitores.
As questões referentes a planejamento de custos não fazem parte do trabalho de projeto, devendo ser enviadas ao setor de contabilidade.
A repetição de elementos na obra impressa é compreendida pelo público final como sinônimo de consistência, fazendo que cada página pareça pertencer à mesma obra.
O trabalho com a tipologia para impressão depende de profundo conhecimento da estrutura dos caracteres, cujos elementos são cume, serifa, raiz, haste e entrave.
A impressão de catálogos, revistas, relatórios, livros e folhetos é feita, via de regra, pelo processo de impressão offset, em papel com 100% de celulose branqueada de alto brilho e alvura, especificações atendidas pelos papéis do tipo offset e cuchê.
O redesenho de qualquer obra anterior, de outro designer, será irregular se esta não se tiver tornado de domínio público; portanto, ela só pode ser alterada ou redesenhada mediante prévia e expressa autorização do autor.
O jornalismo brasileiro adota como padrão a impressão dos jornais em equipamentos do tipo offset tipográfico, em papel jornal branco, no tamanho 87 cm × 114 cm, em gramaturas que variam de 85 a 200.