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Tratando do que chama de desktop publishing, Lorenzo Baer (in Produção gráfica. São Paulo: Senac, 2004) menciona dois programas próprios para editoração eletrônica de mesa. São eles:
ScriptWriter e Word Editor 2.0;
Picasa2 e Java Script;
RagTime Solo 5 e OpenOffice 2.0;
NVU for HTML e Adobe Photoshop;
PageMaker e QuarkXpress.
Como essa publicação será impressa pelo processo offset, será possível aplicar o título em relevo na capa, agregando um aspecto mais refinado ao trabalho.
Certo
Errado
Os jornais usam cada vez mais o recurso da sub-retranca, que vem a ser a reportagem ou texto que explora os desdobramentos de uma notícia publicada na edição anterior. A sub-retranca deve ser intitulada procurando uma conexão com fatos já acontecidos e sua marca gráfica é sempre em corpo maior que a de um texto autônomo.
O contraste entre a tonalidade do suporte e a tinta é fator importante na eficiência da leitura da página mencionada.
Na composição das páginas, as ilustrações, se houver, são consideradas elementos, assim como títulos, legendas e espaços em branco, todos inter-relacionados entre si.
Em relação à estética do projeto gráfico dessa publicação, a composição visual deve ser disposta em um grid, pois, além de organizar melhor os conteúdos e facilitar a percepção dos elementos, esse procedimento contribui para o reconhecimento da seriedade da instituição.
Sabendo que a imagem mostrada está com a aparência alterada em relação ao seu original, então é correto concluir que isso ocorreu porque a imagem original foi digitalizada com resolução baixa e foi ampliada nas suas dimensões sem o correspondente aumento de resolução.
O desenho produzido nessa figura é vetorial, pois é configurado com base em objetos matemáticos.
O texto justificado é sempre uma boa solução em se tratando de facilidade e conforto da leitura.
A qualidade das reproduções gráficas de imagens é diretamente proporcional às dimensões e à qualidade do original, à resolução de digitalização e à lineatura de retícula.
A relação entre os elementos da página é chamada de diagramação.
Dois grandes problemas para os diagramadores são a viúva e a forca: a viúva é a última linha sozinha, constituída por palavra isolada, no topo de uma nova coluna ou a primeira linha de um parágrafo solta no final de uma coluna de texto; a forca é a palavra ou sílaba que sobra na última linha de um parágrafo.
Em muitas publicações, os textos dos títulos são escritos com letras maiúsculas. No jargão jornalístico, que herdou dos velhos tipógrafos a designação desse tipo de composição, letras maiúsculas são chamadas de:
O jornalismo brasileiro adota como padrão a impressão dos jornais em equipamentos do tipo offset tipográfico, em papel jornal branco, no tamanho 87 cm × 114 cm, em gramaturas que variam de 85 a 200.
Em livros e peças publicitárias, os profissionais preferem usar fontes ou caracteres sem serifas, uma vez que essas, em textos com corpo menor, são menos toleradas e tornam a leitura mais cansativa, já que poluem pelo excesso de traços.
Como resultado de um planejamento gráfico e da diversificação do produto jornalístico com a inclusão de novos projetos em um mesmo jornal, são programados cadernos especiais encartados nos jornais diários. Em geral, são tablóides, formato cuja mancha tem aproximadamente a metade do formato standard, com área de impressão que corresponde a 32 cm por 24,9 cm.
Uma família tipográfica com características de escrita cursiva tem legibilidade inferior à de uma família grotesca.