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Sobre textos jornalísticos para rádio, quais afirmativas são CORRETAS?
I. O texto deve ser sempre corrido, com um período após o outro na mesma página do computador.
II. A adjetivação excessiva ou inadequada enfraquece a qualidade e o impacto da informação.
III. Os cacófatos, encontro de sílabas de palavras diferentes que formam sons desagradáveis, devem ser evitados.
IV. Nomes estrangeiros que não acrescentem nada à informação podem ser omitidos.
V. As siglas, mesmo as mais conhecidas, devem ser sempre desdobradas, para maior clareza.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I, III e V.
I, IV e V.
II, III e IV.
II, IV e V.
O estilo dominante no texto acima é admissível em suplementos e cadernos especiais, mas seu emprego não é recomendável no noticiário convencional.
Sobre a narrativa jornalística, numere a coluna da direita de acordo a da esquerda:

A seqüência CORRETA, de cima para baixo, é:
1 - 2 - 2 - 3 - 2
2 - 2 - 1 - 2 - 3
3 - 2 - 1 - 3 - 3
3 - 1 - 1 - 2 - 2
Para os órgãos e organizações públicos, o conhecimento da programação e da operação das rádios para divulgação de suas ações é fundamental, considerados a amplitude de sua audiência e os efeitos que provoca junto aos seus receptores, um deles a grande capacidade de mobilização.
O discurso da atualidade no telejornalismo baseia-se na atualidade cronológica, já que, entre o momento do acontecimento do fato e a notícia, ocorre uma espécie de mediação. Um evento transmitido ao vivo, em tempo real, não se submete ao tempo e à formatação do telejornal.
Certo
Errado
A produção dos programas de rádio, mesmo dos musicais e outros estilos, tem investido cada vez mais, em suas edições, no conceito de radiosserviço, que envolve informações sobre educação, saúde, luz, água, esgoto, condições de trânsito, segurança e cidadania. Essa é uma tendência mundial cuja aplicação está se ampliando nas rádios brasileiras.
A organização das rádios em redes aumenta a competitividade entre emissoras, mas gera um aumento de custos em tecnologia e, por isso, a necessidade de manter os lucros termina levando ao empobrecimento do conteúdo e à homogeneização da linguagem e da programação.