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O contraste observado na ilustração, contrapondo o tamanho da letra A e a imagem de uma pessoa, realçando a mensagem pelo exagero da forma, é chamado de
paradoxo.
hipérbole.
redundância.
personificação.
sinédoque.
À luz dos fundamentos da retórica, é correto afirmar que o texto apresenta um raciocínio vicioso ao escamotear a discussão dos defeitos do Poder Legislativo — apesar de reconhecer que eles existem, conforme explicitado no primeiro período — e tratar apenas de suas virtudes.
O emprego do termo “consequentemente” (l.46) estabelece uma relação de não contradição entre as ideias expressas nos trechos “Decisões políticas acertadas, projetos importantes aprovados, iniciativas e fatos positivos de relevância para os cidadãos, ocorridos no Parlamento, muitas vezes não são noticiados pela mídia” (l.43-46) e “acabam ignorados pela maioria das pessoas” (l.46-47). Por isso, a ordem de aparecimento desses trechos poderia ser invertida, mantendo-se a coerência original do texto.
A presença do conectivo “Mas” no início do terceiro parágrafo representa uma mudança na direção argumentativa do texto; a partir desse ponto, vai-se mostrar que a atuação dos meios de comunicação apresenta falhas na cobertura e divulgação das atividades do Poder Legislativo.
No contexto da argumentação desenvolvida ao longo do texto, a citação de Luís Felipe Miguel (l.48-50) assume o valor de premissa válida para a conclusão a seguir: o Poder Legislativo que a mídia mostra ao público tem mais defeitos que virtudes.
No segmento de texto “Os legisladores costumam ser proprietários de emissoras de TV e rádio (alguns, em menor número, de jornais). Quando são proprietários de TV, dependem de alguma rede que lhes forneça a programação. Portanto, não vão, em hipótese alguma, contrariar os grandes grupos proprietários de redes de TV”, o raciocínio é construído em forma de silogismo.
O período “Não há país democrático sem imprensa livre porque, para ser democrático, o país tem de ter imprensa livre” apresenta vício de raciocínio.
No segundo parágrafo, a menção a algumas CPIs constitui o principal argumento utilizado pelo autor a favor da tese de que a imensa maioria das pessoas se informa sobre as atividades do Congresso na mídia.

Tendo o contexto acima como referência inicial, assinale a opção correta.
Em vez de escrever que uma personalidade ainda não morreu, é mais apropriado escrever que ela continua resistindo. Essa é uma construção eufemística para evitar uma notícia negativa e constitui uma exceção ao uso do verbo central do lead o qual deve:
ser imperfectivo
ser perfectivo
estar no presente freqüentativo
estar no subjuntivo
estar no pretérito imperfeito
Sobre o personagem na reportagem narrativa, numere CORRETAMENTE a coluna da direita de acordo a da esquerda:
(1) Personagem construída em torno de uma única idéia ou qualidade ( ) Anáfora
(2) Reveste-se de complexidade suficiente para construir uma personagem ( ) Referencial
(3) Personagem que remete a um sentido pleno e fixo, imobilizado por uma cultura ( ) Figurante
(4) Personagem que pode ser completamente apreendida dentro do texto ( ) Plana
(5) Personagem que ocupa um lugar subalterno em relação aos incidentes narrados ( ) Redonda
A seqüência CORRETA, de cima para baixo, é:
1 - 2 - 5 - 2 - 3
3 - 1 - 5 - 2 - 2
4 - 3 - 5 - 1 - 2
3 - 2 - 1 - 4 - 5
O uso das formas verbais "Entende-se", "Concebe-se" e "Considera-se", que correspondem, respectivamente, a "A população entende", "A população concebe" e "A população considera", indica que as atribuições do policial militar são de domínio público.
A feição estilística de uma frase refere-se a sua forma peculiar no contexto da obra,
de sua autoria e sua época. Numere aColuna II de acordo com a Coluna I,
associando os diversos tipos de frase:

A seqüência CORRETA, de cima para baixo, é:
1, 3, 2, 4.
2, 4, 1, 3.
3, 1, 4, 2.
4, 2, 3, 1.