Questões de Concurso sobre Teorias, Conceitos e Terminologia de Rádio e TV

 
 
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Em telejornalismo, quadro de caracteres e boletim de passagem podem ser:


A

sinônimos de slow motion.


B

antônimos de slow motion.


C

inseridos apenas no início das reportagens.


D

inseridos apenas para finalizar uma reportagem.


E

alternativas usadas quando não há imagens suficientes para garantir a relação texto/ imagem.

Sobre as características do veículo de comunicação no Brasil denominado rádio, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) Linguagem oral e baixa penetração.

( ) Mobilidade e alto custo.

( ) Imediatismo e instantaneidade.

( ) Sensorialidade e autonomia.

A seqüência está correta em


A

F, F, V, V


B

F, V, V, F


C

F, V, F, V


D

V, F, V, F


E

V, V, F, F

Assinale a alternativa que indica uma característica da televisão brasileira.


A

Pautada pela regulamentação moderna, afinada com os preceitos da Constituição Federal de 1988.


B

Concentração da propriedade dos meios, constituindo o chamado monopólio da fala, onde poucas empresas dominam o universo da produção simbólica.


C

Independência do poder político e dinamismo, como evidenciados na cobertura da campanha “Diretas Já!”.


D

Regionalização da produção, com fortes características locais.


E

Produção pautada pelos conceitos do desenvolvimento solidário, da relevância social dos conteúdos e da chamada accountability.

Segundo Barbosa (2003), o rádio possui uma infinidade de características que lhe conferem especificidade como mídia de massa. Relacione a tipologia apresentada na coluna da esquerda às características descritas na coluna da direita, assinalando a alternativa correta.

Imagem associada para resolução da questão


A

1 - 5 - 3 - 4 - 2


B

3 - 2 - 4 - 1 - 5


C

5 - 3 - 2 - 1 - 4


D

4 - 3 - 1 - 5 - 2


E

1 - 2 - 5 - 4 - 3

Emissoras de rádio e TV podem possuir vários estúdios funcionando simultaneamente; nelas, há um local específico para receber sons e(ou) imagens produzidos, antes de serem levados ao ar. Esse local é

A
a central de produção de reportagens, também denominada feature, onde é feito o monitoramento de toda a produção.

B
o ambiente de preview, que avalia e define toda a programação antes de sua transmissão.

C
a edição, que organiza o material gravado e define o que será transmitido e a sequência de transmissão.

D
a central de decupagem, onde todo o material produzido é analisado tecnicamente e liberado para veiculação.

E
o controle-mestre, onde são interligados os estúdios da emissora que estarão no ar, conforme roteiro fornecido pela direção de programação.

No tocante à nomenclatura oficial do campo da comunicação social, o verbete flash incorpora diferentes definições, exceto a de:


A

nota breve.


B

lâmpada descartável.


C

software para a criação de animações.


D

tipo de lide.


E

variação rápida na rotação de um disco.

O jornalista de uma emissora em FM necessita montar um boletim noticioso de 3 (três) minutos, com 6 (seis) notas de 30 (trinta) segundos cada, que será lido pelo locutor e transmitido durante a programação musical que é veiculada pela emissora das 15 horas às 16 horas. O boletim noticioso é também denominado de


A

revisão noticiosa.


B

caderno noticioso.


C

síntese noticiosa.


D

momento noticioso.


E

roteiro noticioso.

O dramaturgo, poeta e teórico alemão Bertolt Brecht (1898-1956) escreveu um importante artigo sobre o rádio, recentemente traduzido no Brasil por Regina Carvalho e Valci Zucuolo. O nome do artigo é Teoria


A

Geral do Rádio.


B

do Rádio.


C

Crítica do Rádio.


D

Sonora do Rádio.


E

Fundamental do Rádio.

O professor Oswaldo Diniz Magalhães (1904-1998) era o responsável por um programa que permaneceu no ar por 51 (cinqüenta e um) anos e 3 (três) meses (maio de 1932 a agosto de 1983). Foi considerada uma das obras mais importantes e significativas para a educação física e para o rádio brasileiro. O nome do programa era


A

Hora da Atividade Física.


B

Hora do Desporto.


C

Hora do Esporte.


D

Hora da Educação Física.


E

Hora da Ginástica.

A nota-pé é uma nota “ao vivo”, lida pelo locutor no final de uma matéria, que traz


A

uma nova matéria desvinculada da anterior.


B

a chamada dos comerciais.


C

uma informação complementar ou que faltou à matéria.


D

a vinheta com as notícias do próximo bloco.


E

um pequeno trecho da matéria seguinte.

“O rádio também desperta a imaginação”. A característica que exemplifica a frase é


A

penetração.


B

imediatismo.


C

instantaneidade.


D

sensorialidade.


E

autonomia.

Leia atentamente o texto abaixo:

+ Bom dia!

+ Começa, agora, o Radiojornal, com os seguintes destaques:

+ Crédito a longo prazo puxa venda do comércio.

+ Cresce a violação dos direitos humanos no Brasil.

+ Nadador Fernando Sherer resolve encerrar a carreira.

+ Estudantes serão avaliados pelo governo Federal desde os seis anos de idade.

+ Voltamos em um minuto.

A seqüência das quatro manchetes é denominada no radiojornalismo de


A

escalada.


B

escadaria.


C

raquetada.


D

pingue-pongue.


E

bate-bola.

O título da matéria, o nome do programa, a data em que a matéria irá ao ar, o nome do redator, o número da página e o horário em que o material será transmitido são dados da lauda que constam


A

do rodapé.


B

da retranca.


C

da vinheta.


D

da sonora.


E

do cabeçalho.

Na linguagem de sinais da produção radiofônica, o significado do ato de cruzar os pulsos com as mãos estendidas em frente do rosto é o de


A

continuar.


B

silêncio.


C

cortar.


D

parar.


E

acelerar.

Uma importante emissora de rádio teve seu nome ligado ao Manual de Radiojornalismo escrito pela jornalista Maria Elisa Porchat, e publicado em 1989 pela Ática Editora. A emissora era a


A

Jovem Pan.


B

Bandeirantes.


C

Globo.


D

Record.


E

Trianon.

A assinatura do repórter no final de uma matéria radiojornalística usualmente contém


A

o lead estendido da matéria e a identificação do repórter.


B

o local de onde é transmitida a matéria e a identificação do repórter.


C

o local de onde é transmitida a matéria e a identificação do editor da matéria.


D

a indicação das sonoras dos entrevistados e a identificação do repórter.


E

a indicação das sonoras dos entrevistados e o lead da matéria.

Uma prática contestada, mas comum no radiojornalismo, é a de produzir notícias através do recorte de jornais, sejam os impressos ou os da internet. A expressão pejorativa que indica este hábito é


A

Gilete-press.


B

Press-release.


C

Press-mania.


D

Furo.


E

Girafa.

A jornalista e professora Gisela Swetlana Ortriwano (1948- 2003) marcou a história do radiojornalismo brasileiro ao escrever o livro


A

Rádio: o veículo, a história e a técnica. Porto Alegre: Editora Sagra Luzzatto, 2001.


B

Estrutura da informação radiofônica. São Paulo: Summus, 1989.


C

Jornalismo de rádio. Brasília: Thesaurus Editora, 1981.


D

A informação no rádio - os grupos de poder e a determinação dos conteúdos. São Paulo: Summus, 1985.


E

Radiojornalismo. São Paulo: Summus, 1998.

Entre os caracteres distintivos da televisão, figuram:


A

sistema de transmissão e recepção de sinais eletromagnéticos por meio de ondas hertzianas;


B

atividade técnica, administrativa e política pela qual se realizam difusões em narrowcasting;


C

veículo de expressão eminentemente popular, voltado para a divulgação de novos conteúdos;


D

emissões regulares em broadcasting que se destinam a um público seleto e ampla audiência;


E

sistema eletrônico multidirecional para a transmissão de informações sonoras e imagéticas.

Embora cinema e televisão tenham características diferentes quanto a técnica, linguagem e padrões gerais, ambos usam os conhecimentos básicos de iluminação e câmera. As diferenças acontecem no processo industrial e na confecção dos produtos.


C
Certo

E
Errado
   
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