Nem só de release “vive uma assessoria de imprensa”, diz
Maffei (2008, p. 79), pois o excesso de textos enviados aos
jornalistas pode gerar sentimentos negativos contra os
assessores. Portanto, tem-se que o melhor caminho para uma
prática eficiente de assessoria de imprensa está na construção
de relacionamentos éticos e sólidos com os jornalistas. Em
relação às atividades que permeiam um relacionamento sadio
entre assessores e jornalistas (redatores de veículos de
comunicação), é correto afirmar que
A
uma das atitudes mais importantes e fundamentais do
assessor de imprensa é enviar releases constantes às
redações. Por isso, ir às redações pode não ser uma atitude
de estabelecimento de relações com os jornalistas. O bom
assessor de imprensa sabe das constantes alterações que
ocorrem em redações; por isso, o contato pessoal é sempre
melhor que por telefone.
B
não existe a necessidade de o jornalista conhecer
pessoalmente os assessores com quem mantêm relações
profissionais. Por meio telefônico as pessoas vão saber quem
ele é.
C
o relacionamento com jornalistas fora do trabalho não agrega
valor ao assessor. O bom assessor de imprensa é aquele que
tem “conhecidos na redação”. Não convém, ao assessor,
adicionar os jornalistas em sua rede social.
D
é importante o assessor buscar conhecer as pessoas que
estão em cada editoria para saber o nome delas quando ligar.
Deve-se lembrar que os diretores dos veículos são os que
possuem poderes de decisão e por isso o contato com eles
poderá gerar um retorno mais rápido e eficiente.
E
se deve realizar a divulgação do release a todos os veículos
de comunicação de forma coerente e que vão ao encontro dos
editoriais que norteiam a publicação, pois o mínimo de
coerência na hora de escolher a quem divulgar determinados
assuntos proporcionará o follow-up positivo.