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O processo fotográfico se inicia com o sistema câmera/lente/obturador, que vê de uma forma semelhante, mas não idêntica, à do olho humano. A câmera, por exemplo, não se concentra no centro do seu campo de visão como o olho faz, mas vê tudo com igual claridade. O olho varre o objeto para incluí-lo totalmente, enquanto a câmera registra o todo de forma fixa. O filme possui uma sensibilidade que é somente uma fração daquela que o olho possui. Entender esse processo, sua capacidade e seus limites é a tarefa do fotógrafo jornalista na busca do controle total sobre a criação e a qualidade da imagem final. Com base nessas informações e considerando que, em uma matéria externa, algumas recomendações são fundamentais, assinale a alternativa correta.
É preciso levar sempre o temporizador, mecanismo no interior da lente objetiva que possibilita controlar a quantidade de luz que atingirá o filme. No caso das câmeras analógicas, quanto mais aberto estiver, mais luz chegará até o filme.
Deve-se manter a distância correta; no entanto, tal cuidado não é necessário nas câmeras automáticas, já que todas trazem focalização permanente e estável.
As câmeras automáticas, em geral, têm um indicador que avisa quando é preciso usar o flash, que é acionado automaticamente toda vez que a máquina percebe que o ambiente está claro ou escuro. Isso, entretanto, é inexistente nas câmeras digitais.
Deve-se enquadrar com perfeição, sobretudo lembrando-se de uma margem de segurança nas laterais, principalmente nas câmeras digitais.
As fotos contra a luz ou em ambientes com luz e sombra devem ser evitadas, pois a fotocélula não consegue fazer uma leitura correta quando há, no mesmo quadro, cenas com muita luz e cenas com pouca luz.