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O Brasil veio a conhecer a atividade de impressão relativamente tarde em relação a outros países do continente. Por aqui, ela aportou sob o manto da coroa portuguesa, em 1808, por intermédio da Imprensa Régia. Antes disso a metrópole portuguesa reprimira qualquer tentativa de se estabelecer algum maquinário de impressão. Com relação a esse período histórico, é correto afirmar que:
a Gazeta do Rio de Janeiro apresentava linha editorial favorável ao governo imperial e, por esse motivo, enfrentou, logo no primeiro ano de sua fundação, a concorrência de pasquins;
o Correio Braziliense recebia aporte financeiro de Napoleão Bonaparte para ser impresso e distribuído clandestinamente no Brasil;
o Correio Braziliense se destacou, entre outros motivos, pelo pioneirismo, ao publicar imagens por intermédio da técnica da litografia;
três meses antes da Gazeta do Rio de Janeiro, o Correio Braziliense circulava em território nacional, com periodicidade quinzenal e cerca de 20 páginas por edição;
o Correio Braziliense, de propriedade de Hipólito da Costa, continha seções como Política, Artes, Literatura e Ciências, entre outras.