Os artigos utilizados nos estabelecimentos de saúde são
classificados conforme risco potencial de transmissão de
infecção que apresentam. Para Spaulding (1968), os artigos
podem ser críticos, semicríticos e não críticos. São
considerados materiais críticos aqueles que:
A
penetram tecidos subepiteliais e mucosas, sistema
vascular ou outros órgãos.
B
entram em contato com a mucosa e/ou pele íntegras
do paciente.
C
entram em contato com a pele íntegra do paciente em
precaução de contato.
D
entram em contato com utensílios do paciente em
isolamento protetor.