

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A maioria das misturas asfálticas a quente produzida nos Estados Unidos entre os anos 1940 e 1990 foi dosada utilizando a metodologia Marshall ou Hveem. Desde 1993, porém, as universidades e departamentos de transporte norte-americanos vêm utilizando a metodologia Superpave, ainda em fase de testes no Brasil. A maior diferença entre a dosagem Superpave e a Marshall é:
A faixa de tráfego da Superpave é superior à da dosagem Marshall.
A dosagem Marshall não considera a granulometria dos agregados enquanto que a Superpave considera.
O volume de vazios (Vv) entre ligante e agregados é considerado na dosagem Superpave enquanto que na dosagem Marshall não é.
Enquanto na dosagem Marshall a compactação é feita por impactos (golpes), na dosagem Superpave é realizada por amassamento (giros).
Metodologicamente as metodologias são idênticas, contudo a Superpave considera o custo como um dos itens decisórios para escolha do tipo de ligante.