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O reembasamento refere-se a todo procedimento que torna possível ajustar a base de uma prótese aos tecidos que lhe dão assento, mediante a interposição de material que passa a formar parte da base.
Em relação aos reembasamentos de próteses, assinale a alternativa INCORRETA.
Os reembasamentos podem ser imediatos, feitos no consultório com resina acrílica quimicamente ativada, e mediatos, executados no laboratório com resina acrílica termicamente ativada, com ou sem troca de material da abóbada palatina.
Para reembasar a prótese nos reembasamentos diretos, segue-se um processo de fases de moldagem na prótese existente, a fim de recolocar o material na base da prótese, sem mudar as relações de oclusão dos dentes.
Os reembasamentos indiretos têm as vantagens de possibilitar uma moldagem com material mais facilmente controlável que a resina acrílica de rápida polimerização e de não prejudicar a prótese, no caso de uma moldagem falha.
Os reembasamentos temporários são usados comumente em próteses totais mediatas ou de transição durante a segunda fase de reabsorção óssea alveolar, ou seja, no primeiro ano.
Nos reembasamentos diretos, deve-se instruir o paciente a deixar as próteses fora da boca por um período de 8 h a cada 24 h, preferencialmente à noite, durante 4 a 5 dias.