Imagem de fundo

Os teóricos da audiodescrição concordam que não há uma...

Os teóricos da audiodescrição concordam que não há uma regra absoluta quando se vai elaborar um roteiro, pois é preciso observar a obra, pesquisar a respeito dela e, assim, desenvolver um roteiro que a respeite e respeite também o poder de compreensão do usuário. Para manter essa fidelidade, contudo, recomenda-se que o vocabulário a ser utilizado seja proporcional ao que se percebe na obra. Por exemplo, se o recurso for preparado para um filme de teor erótico/pornográfico, o audiodescritor deve utilizar


A

palavras características da fala coloquial, evitando termos de baixo calão e/ou tabuísmos.


B

palavras características da fala coloquial e, se possível, explicar eventuais palavras de baixo calão ou tabuísmos que o filme venha a dizer.


C

palavras características do vocabulário coloquial, lançando mão de palavras de baixo calão e tabuísmos caso o filme também o faça.


D

palavras de uso rotineiro, a fim de facilitar o entendimento do espectador.


E

termos mais adequados socialmente, evitando assim expressões politicamente incorretas.