A técnica de imagem por ressonância magnética tem se tornado um exame cada vez mais frequente nas avaliações diagnósticas, principalmente para estudos do sistema nervoso, músculo-esquelético e oncológico, por conta de sua diferenciação tecidual de alta resolução. Porém, é fundamental que o técnico de radiologia, que opere o equipamento de ressonância magnética tenha conhecimento
de parâmetros temporais para a produção de ponderações T1 (tempos de eco curto e repetição curto), T2 (tempos de eco curto e repetição longo) e DP (tempos de eco longo e repetição longo).
dos gradientes selecionados para fase e frequência, os quais, dependendo da direção anatômica selecionada, podem levar ao aumento do tempo de aquisição e/ou gerar artefatos, como os de aliasing ou de dobradura.
de orientação sobre procedimentos de segurança, uma vez que as ondas eletromagnéticas e o campo magnético emitidos pelo equipamento podem causar interações com materiais ferromagnetizáveis, podendo causar queimaduras ao paciente que possua próteses com esses compostos.
do uso de tempo de inversão adequado nas sequências de pulso do tipo inversão-recuperação (IR), em que a seleção de tempo de inversão curto, promove a aquisição de imagens com anulação de sinal de líquido livre e o uso de tempo de inversão longo promove a aquisição de imagens com anulação de sinal de gordura.