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A técnica de imagem por ressonância magnética tem se tornado um exame cada vez mais fre...

A técnica de imagem por ressonância magnética tem se tornado um exame cada vez mais frequente nas avaliações diagnósticas, principalmente para estudos do sistema nervoso, músculo-esquelético e oncológico, por conta de sua diferenciação tecidual de alta resolução. Porém, é fundamental que o técnico de radiologia, que opere o equipamento de ressonância magnética tenha conhecimento


A

de parâmetros temporais para a produção de ponderações T1 (tempos de eco curto e repetição curto), T2 (tempos de eco curto e repetição longo) e DP (tempos de eco longo e repetição longo).


B

dos gradientes selecionados para fase e frequência, os quais, dependendo da direção anatômica selecionada, podem levar ao aumento do tempo de aquisição e/ou gerar artefatos, como os de aliasing ou de dobradura.


C

de orientação sobre procedimentos de segurança, uma vez que as ondas eletromagnéticas e o campo magnético emitidos pelo equipamento podem causar interações com materiais ferromagnetizáveis, podendo causar queimaduras ao paciente que possua próteses com esses compostos.


D

do uso de tempo de inversão adequado nas sequências de pulso do tipo inversão-recuperação (IR), em que a seleção de tempo de inversão curto, promove a aquisição de imagens com anulação de sinal de líquido livre e o uso de tempo de inversão longo promove a aquisição de imagens com anulação de sinal de gordura.