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Robert Trojanowicz no livro “Policiamento Comunitário: Como Começar” procura mostrar as interpretações errôneas sobre o que não é Policiamento Comunitário. Esse tema foi transcrito para o livro Curso Nacional de Promotor de Polícia Comunitária (SENASP, 2007). As alternativas abaixo, apresentam essas interpretações com as respectivas explicações ou conceitos, que podem estar certos ou errados. Assim sendo, marque a afirmativa certa na qual a interpretação, sobre o que não é polícia comunitária, está em consonância com a explicação da referida obra da Secretaria Nacional de Segurança Pública.
Policiamento Comunitário não é condescendente com o crime - as ações dramáticas narradas na mídia não podem fazer parte do dia a dia do policial comunitário, ele deve ser humilde e sincero nos seus propósitos.
Policiamento Comunitário não é paternalista – os policiais comunitários respondem às chamadas e fazem prisões como quaisquer outros policiais, são enérgicos e agem dentro da lei com os marginais e os agressores da sociedade.
Policiamento Comunitário não é apenas relações públicas – não privilegia os mais ricos ou os “mais amigos da polícia”, mas procura dar um senso de justiça e transparência à ação policial.
Policiamento Comunitário não é uma tática, nem um programa e nem uma técnica – não é um esforço limitado para ser tentado e depois abandonado, e sim um novo modo de oferecer o serviço policial à comunidade
Policiamento Comunitário não é uma perfumaria – os policiais comunitários não devem ser exceção dentro da organização policial, mas integrados e participantes de todos os processos desenvolvidos na unidade.