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Segundo o último censo do IBGE, cerca de 49% dos domicílios possuem, pelo menos, um automóvel e 26% uma motocicleta. Segundo a Assoc. Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), entre 2013 e 2023, houve uma queda de 45% na demanda do sistema de ônibus urbano, variando nesse período a taxa de motorização de aproximadamente 2,8 hab./veículo para 1,7. Entre 1993 e 2024, o índice de passageiros por km equivalente variou em 9 capitais de 2,45 para 1,44. Em contraponto, entre 2017 e 2025, o número de sistemas com tratamento exclusivo ou preferencial para ônibus passou de 187 para 371.
Nesse panorama, pode-se afirmar:
a redução do número de passageiros no sistema de ônibus contribui para a diminuição das tarifas dos sistemas.
o aumento da taxa de motorização contribui para a redução do número de passageiros do transporte por ônibus urbano no período em referência.
VLTs, BRTs, e ‘Fura-Filas” são modalidades de transporte sobre pneus dotadas de inovação tecnológica.
o aumento da demanda do sistema de ônibus urbano contribui para a redução do Índice de Passageiros por Quilometro Equivalente (IPKe).
a expansão no Brasil das vias com tratamento preferencial para a operação de ônibus contribuiu para a elevação do número de passageiros transportados pelo sistema no país.